Pantera Cor de Rosa

Este é o blog de Juliana Carpes Imperial, mais conhecida pelos desconhecidos como a Pantera Cor de Rosa por volta e meia ir correr toda de rosa.

Terça-feira, Janeiro 31, 2012

Corrida de São Sebastião 2012


Algo que gosto nesta corrida é o fato de ela ser relativamente barata, ter premiação na faixa-etária, ter kit bom e ter uma organização que trata bem os corredores. Como fiz minha inscrição com bastante antecedência, paguei R$ 44,00. Bem barato em comparação com as corridas da O2 e da Iguana.

Peguei meu kit na quarta-feira, com a camiseta masculina como havia pedido. Camisas femininas são justas e me fazem parecer gorda. Gostei bastante do modelo e ela parecia ser de qualidade. Veio também uma sacola boa e durável (ao contrário das que dão nas corridas da O2), garrafa, boné e uma revista da corrida.

Ao contrário dos outros anos, em 2012, por causa da La Niña, o calor foi bem menor. Mesmo assim, as pessoas têm evitado esta corrida. Com tantas corridas grandes durante o ano, pra que se matar num calor dos infernos? Quando eu estava lá deu para perceber que não tinham as 8000 pessoas anunciadas. Afinal, saí fácil e sem aperto lá na frente. Em anos anteriores passei maior aperto para ficar lá na boca do gargarejo. Minha estimativa era de umas 3000 pessoas. E eu estava certa, pois ao olhar os resultados um pouco menos do que esse número havia concluído ambas as provas.

Dada a largada, procurei ser mais conservadora. Eu tinha como estimativa fazer 48:50. Fazia muito tempo que não corria uma corrida de 10 Km e, ainda por cima, sem estar com boa forma. Estava apenas um pouco melhor do que quando me lesionei.

Para piorar e muito a minha situação, no último treino, o de quarta, sentira uma forte fisgada no quadriceps ao começar as retas de 100 m. Terminei mesmo com dor e bem. Contudo, fiquei muito preocupada. Teria eu tido uma contratura? Logo agora que a forma está voltando isso não poderia acontecer comigo. Tome de massagem, gelo, alongamentos e relaxante muscular, que só não tomei na quinta à noite. Podia fazer qualquer movimento sem problemas. Porém, na quinta, percebia que se fizesse o movimento da cadeira extensora, sentia uma fisgada na coxa ao descer a perna. Realmente, estava MUITO preocupada.

Na hora de me aquecer não senti nada a não ser um leve incômodo na perna. Em compensação, meu estômago... Comecei a arrotar algo com gosto de morango e não sabia o que era. Era o BCAA, algo que sempre tomo e nunca me fez mal. Como poderia ter me pesado? Muito simples: o Tandrilax havia matado meu estômago.

Conclusão, corri a corrida inteira super enjoada. Acabou que fiz em 46:42, sendo a 213º no geral absoluto, 15º no geral feminino e 3º da minha faixa-etária. Acho que poderia ter sido melhor se nada tivesse acontecido na minha perna na quarta-feira. Entretanto, o resultado foi melhor do que o esperado. Minhas passagens foram: 4:21.8; 4:36.7; 4:41.6; 4:38.1; 4:44.2; 4:47.6; 4:41.4; 5:01.4; 3:53.0; 5:15.0. Não preciso nem dizer que o quilômetro nove foi marcado totalmente errado.

Terminei e fui para o chuveiro. Isso é algo que gosto muito nesta corrida, embora preferisse o banho de mangueira que tinha antigamente. Depois, caí de boca nas tangerinas. Quem adivinha quantas eu comi? 10 bem grandes! E teve os 2 copos de Gatorate antes também.

Fiquei aguardando os sorteios e a premiação da faixa-etária. Como sempre nunca me sorteiam. Para piorar, não deram a premiação da faixa-etária na hora. Disseram que mandariam pelo correio. Na verdade, eu é que vou ter que ir até o troféu. Se por um lado é chato não subir no pódio, por outro lado isso evita as confusões e trapaças de atletas de sempre. Não entendo por que alguém se sujeita a se sujar por um troféu. Aliás, não entendo por que há muita gente desonesta.

Algo que achei muito interessante na corrida foram os banheiros móveis. Eram caminhões com privadas, sendo que os dejetos iam para um cano e tinham faxineiros. Ou seja, sempre limpos e cheirosos. A idéia deve ser usada em todas as corridas. O ponto negativo foi a água em garrafinha ao invés de copo. O copinho é muito mais prático.

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Quinta-feira, Janeiro 19, 2012

São Silvestre 2011


Neste ano já tinha até reservado o hotel em maio para chegar dia 29. Queria chegar com um pouco mais de antecedência para poder descansar mais. Com a lesão do obturador externo, nem sabia se poderia correr a São Silvestre. Mas como voltei no início de outubro, deu.

Saí do Rio no dia 29 depois de um trote leve e passar gelo. O Thiago ainda dava os últimos retoques em sua nova peruca do Bozo, desta vez de espuma para não arriar. Pegamos um ônibus até uma rodoviária sem filas para embarque. Como muitos paulistas estavam chegando ao Rio de Janeiro, muitos ônibus eram mandados de volta praticamente vazios. Pegamos, então, um executivo com apenas mais duas pessoas da Viação Expresso do Sul. Na verdade, era um semi-leito em promoção para ter gente, o que nos deu mais conforto.

Saímos às 10:45 e chegamos lá por volta de 16:30. Se a parada tivesse sido mais curta, teríamos chegado mais cedo. Se ao menos o Thiago tivesse levado seu notebook...

Chegando lá, pegamos o metrô. O metrô de São Paulo é bem melhor. Não fica muito cheio, em geral dá para sentar, vem um atrás do outro e tem várias linhas com muitas integrações. A maioria ainda não tem ar-condicionado. Porém, os mais modernos já tem. Lá sempre avisam a estação e tem mais policiamento. Mais algumas São Silvestres e eu fico craque em andar no metrô de São Paulo.

Passamos no Gemel para ele lanchar e eu tomar um café. É fácil perceber que estamos em São Paulo. Os paulistas são realmente muito diferentes dos cariocas. Seja na aparência, nas gírias, gestos ou na má-vontade em ajudar a encontrar algum lugar na cidade.

Depois, chegamos no hotel, o Century Paulista Flat, que é bem mais confortável, com restaurante e frigo bar. Agora lá também se paga as diárias no check in. Tomamos banho, jantei um frango à parmeggiana e fomos dormir. Só que antes tive que reclamar do barulho de uma festa no térreo, que podia ser escutada do nono andar onde estávamos. Eu não gosto de comida japonesa, porém notei que o Sushi Bar não abriu uma noite sequer. Também esperava ver no restaurante o buffet de almoço mostrado no vídeo do site, o que não tinha. A comida do cardápio era boa. Entretanto, ele era muito restrito, com poucas variedades. No buffet do vídeo parece ter bem mais opções. Como sempre, por várias vezes tive que pegar um novo cartão para abrir a porta por sempre esquecer o meu dentro do quarto. Pena que o frio e a água fria da piscina impediram o seu uso.

No dia seguinte, no café da manhã, procurei não abusar muito. Nada de leite integral, doces e ovos mexidos. Comi foi é bastante pão de provolone. Das vezes passadas, não tinha isso. Se por um lado o preço do hotel aumentou bastante, por outro, o café da manhã está bem melhor. Pena que não incrementaram o cardápio de refeições, cujos preços também aumentaram MUITO.

Depois do café, fomos buscar o kit e ao supermercado comprar água e limão para fazer limonada. O kit veio mais caprichado. A fila estava grande. Em anos anteriores não tinha pego fila alguma. Não sei como estaria se tivesse ido à tarde como fiz nos demais anos. Tinha um pote de cappuccino gelado desta vez, coisa que antes só vinha com um sachê, sem falar do saco de café. Pedi a camisa M masculina, que assim como a da Pan-Americana, era vagabunda. Lá deram também protetor solar, revistas gratúitas e posamos para uma foto que disseram que nos mandariam por e-mail. A tal foto só chegou depois de reclamar com a organização e em baixa resolução para termos que comprar a foto boa. Pena que o Thiago não foi de Bozo lá. O cappuccino acabou durante a viagem mesmo.

Ainda de manhã fomos ao bairro do Brás pois o Thiago queria visitar um famoso depósito de doces, a Mano's Doces. Foi difícil encontrá-lo. Sem falar que o local é meio barra pesada. Todavia, o que o Thiago buscava aparentemente saiu de linha. Depois do almoço (ele comeu um estrogonofe e eu um arroz e feijão com frango grelhado), fomos no bairro da Liberdade visitar as feiras orientais. Tinha muita coisa: jogos, miniaturas, roupas típicas, japoneses e chineses de verdade, etc. Alguns bonecos dos Cavaleiros do Zodíaco me chamaram a atenção. Todavia, alguns chegavam a custar R$ 550,00. Sinceramente, não acho que valiam tudo isso. Um boneco de pelúcia do Sonic custava uns R$ 250,00. Sei que devia ser importado, mas o preço é um roubo. Não sei de onde o Thiago tirou que as coisas lá são baratas.

Fomos ao McDonald's. Quem comeu lá obviamente foi o Thiago, não eu. Começou a fazer frio e voltamos. Na entrada da estação, vimos vários cosplayers. Muitos usavam a capa do Naruto.

Se no dia 29 o hotel estava vazio, no dia 30 chegou muita gente para a corrida. Havia pessoas que foram por conta própria e pessoas que foram com a caravana da Ana Caravana, através de quem conheci o hotel em 2002. O Thiago quis se enturmar com os que vão fantasiados, como um cara que sempre vai de hastafari.

No dia da corrida, eu só fiquei nas frutas (exceto mamão), iogurte light, sucrilhos, mel, pão de forma, manteiga, cream cheese e café preto. Comi bem, mas nada que pudesse me fazer mal. As noites anteriores foram bem dormidas. Nada de almoço, só biscoitinhos, carboidrato, um cappuccino gelado e bastante água. Choveu muito pela manhã. Pensei até que pudesse ter enchente e a corrida ser cancelada.

O Thiago foi mais cedo para fazer palhaçada e depois voltou. Desta vez quis sair mais cedo para pegar um lugar melhor. Lá fui eu com o meu garrafão. Nos separamos ao chegarmos lá. A roupa do Thiago desta vez ficou melhor porque não ficou atochada no corpo. Sem falar no babado. Só ficou ruim o fato de ter ido de tênis e não com o sapato do Bozo. Se por um lado é mais difícil correr, por outro chama mais a atenção pela dificuldade em correr com ele. A ausência de inscrição também é ruim, pois não podem identificá-lo nas fotos nem na chegada.

Eu consegui ficar mais na frente desta vez do que em 2009, mas não mais do que em 2008. Notei que não havia grades separando a calçada da rua desta vez. Me sentei junto com todo mundo lá, mantendo as pernas esticadas e mexendo-as com frequência. Sempre rola um papo com todo mundo. Estava quente antes da largada.

Estávamos longe o suficiente para não ouvir o tiro de largada. Não eram 5:30 quando todo mundo se apertou e começou a chover. Vi no vídeo da corrida que ela começou mesmo foi às 5:26. Me senti como sardinha em lata ou no metrô do Rio em horário de rush. Isso nunca aconteceu antes. Acredito que foi por causa do pessoal que ficou nas calçadas. Só sei que demorei incríveis 5 min para passar pela largada. Passando pela largada, só meio que saltitava mesmo. Correr era muito complicado.

Uma coisa que me chamou a atenção foi um tal de gritarem Corinthians... Acho que foi combinado entre os torcedores. Tá certo que foi o campeão, mas nunca vi isso acontecer. Havia um pessoal da Gaviões da Fiel com uma faixa no percurso, algo que sempre tem.

Apesar de ter bebido muita água, eu fiquei com sede e acho ruim só ter água depois do 4º Km. E sempre sofria com os postos d'água pois as pessoas desaceleravam muito na hora de pegar água. Tinha gente demais. Não dá para correr direito desse jeito pois sempre tem alguém muito devagar no meio do caminho.

Começou a chover forte no fim e o percurso difícil não ajuda em nada. Para piorar, detestei isso de a difícil subida da Brigadeiro não fechar a corrida. Você fica morto e quer terminar logo. Já á descida era íngrime demais e perigosa por estar escorregadia. Tinha um cara com o tênis velho escorregando.

Finalizei com 1:15:57, sendo a 2874° no geral absoluto, 158° de 3718 mulheres no geral feminino e 27° na categoria 30-34 anos. Foi melhor do que eu esperava, pois sei que é muito difícil fazer melhor do que o tempo de treino. Além do percurso difícil, a multidão atrapalha muito. Como eu estava treinando para 5:10, esperava fazer 1:17:30.

A chegada foi num lamaçal. Como podem ter colocado a chegada na grama sabendo que sempre pode chover? A medalha ao menos foi bonita. Estava frio e eu tremia. Só que eu não sabia voltar ao hotel. Da chegada até a medalha e o lanche tinha que andar muito. Ao menos, por conhecer um pouco do local e saber o nome da rua da retirada de kit, que era mais ou menos perto, fui me guiando e pedindo ajuda às pessoas. Não queria subir a descida da brigadeiro de volta para chegar na Av. Paulista. Até orelhão estava difícil de encontrar.

Encontrei a rua do kit e voltei ao hotel. Demorei, mas cheguei. Aí começou minha preocupação com o Thiago. Passei gelo, botei a perna pra cima e nada de ele chegar e sua mãe me ligava preocupada. Até que me ligaram a cobrar do centro médico. Ele ficou com frio e foi para lá. Demorou, mas voltou de taxi. Sem maquiagem, porém com a peruca de pé e um cobertor.

Antes de ele chegar comi frutas e as barras de cereal. Quando ele chegou, tomamos um banho quentinho e penduramos a nossa roupa encharcada no vidro do box. Eu comi um estrogonofe de frango e ele pediu 2 mistos quentes. Eu o ajudei a comer. Ele estava morto de fome. Contudo, o sanduíche era grande e vinha com batatas fritas.

Acabei me arrependendo de ter chegado dia 29 por acabar abusando da comida. Embora tenha feito melhor do que esperava, devo ter engordado comendo mais do que devia. Se estivesse mais leve, talvez pudesse ter feito melhor.

Foi difícil dormir por causa da agitação e do excesso de cansaço. No café da manhã do dia seguinte caí dentro do ovo mexido e finalmente pude tomar chocolate quente. Depois do café fizemos o checkout. Só achei o uso da sala de Internet muito caro: R$ 15,00 a hora. Sorte que só usamos 1 h. Esqueceram de contar o consumo do frigo bar, que eu relatei no fechamento. Subimos a rua, pegamos o metrô para a rodoviária e conseguimos passagens para um horário próximo num executivo na Viação Cometa, que estava bem cheio. Conseguimos um lugar em dupla depois de conversar com 2 passageiros. Desta vez era executivo mesmo. Apesar do gelo, minha perna doía ao descer as escadas para ir ao banheiro. Fiquei 2 dias só trotando por isso. Ônibus cheio = banheiro nojento. Mesmo sendo executivo. Senti falta dos cobertores e travesseiro. Não era para ter ou não puseram?

Chegamos cansados. Eu estava seca para usar o computador. e-mails acumulados, etc. Só reclamei com a Yescom do lance das fotos e no erro da colocação na minha faixa-etária. Desta vez não deram respostas automáticas como sempre. Será que estão mudando a relação com o cliente?

Não sou contra mudar o local de chegada. Porém, acho que a maior parte do percurso deveria ter sido mantida. Não dá para mudar a comemoração de ano novo de lugar como querem alguns. Sempre foi lá também. E com o número de pessoas crescendo, também não sei se dá para ter a dispersão na Paulista. Só não dá para ter medalha antes da prova como em 2010. Se dá para dar lanche lá, dá para dar a medalha também. Isso é má vontade com os corredores.

Lá em São Paulo consegui falar com meu amigo virtual Gerson, fã de Make-Up como eu. Pena que ele não pode me visitar. Quem sabe neste ano não conseguimos nos conhecer pessoalmente?

Em 2012 penso em comprar o meu lugar na Elite C, mesmo correndo o risco de perder o dinheiro em caso de lesão, doença, etc. Ou então, dar sorte, não me machucar e estar correndo muito no final de 2012 e tentar me qualificar para a elite na Sargento Gonzaguinha. As 20 primeiras se qualificam. E a vigésima em geral faz tempo pior do que meu recorde nos 15 Km.

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Terça-feira, Janeiro 17, 2012

Corrida e Caminhada da Superação - Petrópolis


No sábado, dia 17/12, eu fui pegar o kit em Petrópolis. Tinha muita gente indo para lá fazer compras. O difícil foi achar o local por lá. A secretaria de esportes, local de retirada do kit, ficava dentro da de educação. Porém, só a placa da segunda estava visível. Nem numeração havia. Puseram um cartaz na porta falando que ali era o local de retirada de kit. Só que era muito pequeno e só dava para ser visto de muito perto.

Desta vez, apesar de ter processado as inscrições, a Allen Esportes não iria fazer a cronometragem. Ou seja, a corrida teria um chip normal, no pé mesmo. Tenho a impressão de que a Allen Esportes não mais cronometrará as corridas da FARJ. Primeiramente porque seu botton saiu do site da Federação de Atletismo. Segundo, porque nas últimas corridas não fizeram os vídeos bonitinhos de sempre.

Só sei que na próxima vez me recuso a ir de véspera pegar o kit. A viagem, além de cara, é muito cansativa.

Por estar cansada da corrida do dia anterior e ainda por cima quase não ter dormido, estava morta. Pior, tive que acordar cedão e pegar um taxi para a rodoviária, já que o ônibus para Petrópolis de 6:30 já estava lotado desde o dia anterior, quando comprei o bilhete. Achava que era por causa da corrida. Ledo engano. Era por um concurso de professores. Lá deve pagar melhor para tantos professores do Rio quererem dar aula lá.

Eu até tentei dormir no ônibus. Mas quem foi que disse que eu consegui. Ao menos cheguei bem cedo e não precisei pegar um táxi até o local da largada como da outra vez. Ao chegar ao ponto de referência, o palácio de cristal, ainda tive que achar o escondido local de largada.

Ao contrário do Rio, estava fazendo muito frio e chovendo em Petrópolis. Só que eu não tinha ido preparada para isso. Conclusão, passei o maior frio lá. Para correr, tudo ótimo. Mas não para ficar parada ou me aquecer.

Fui novamente muito bem recebida pelo pessoal da organização. Até o presidente da FARJ, o Lancetta, comentou brincando: "Ela veio!". Ele é bem simpático comigo. Só o cara que correu ao meu lado na corrida de véspera e a campeã da outra estavam lá.

Se eu cheguei a dormir um pouco em casa, não posso dizer o mesmo do pessoal da organização. Eles saíram da Vila Militar e chegaram lá por volta de 1 h da madrugada e ficaram acordados preparando tudo desde então. Até o apresentador estava lá com a maior cara de sono.

Lá eu arrumei um local para me alongar mais quentinho, junto da organização. O local escolhido, um casarão de época, estava meio abandonado e um tanto sujo. Como não tinha muita gente, deu para pedir à organização para guardar a minha camiseta antes da largada.

Novamente havia vários cachorros empolgados com a corrida assim como aconteceu na Etapa Petrópolis do Circuito Fluminense. Um deles se excedeu e derrubou a grade para ir atrás de um atleta da Pé de Vento, que tomou o maior susto.

A largada demorou um pouco porque esperavam os deficientes se posicionar. O chato é que estava muito frio para ficar parada. Dada a largada, o início foi basicamente descida. A primeira, a Jéssica da Pé de Vento, foi embora. Eu sentia muito o cansaço e estava com um pouco de cãibras nas panturrilhas no início. Fiz toda a força que podia na ida e na volta. As quilometragens estavam totalmente erradas. No final, fiz o percurso em 16:57, sendo a 42º no geral absoluto e 2º no feminino. No final, quase que uma mulher me alcança. Por incrível que pareça, mesmo cansada e tendo subida no percurso, corri melhor do que de véspera.

Fui direto para a mesa de comilança e ataquei as tangerinas. Lá, fiquei sabendo por um atleta local que a corrida teve 3,8 Km e não os 4 Km anunciados. E acompanhava o chocolate que o Santos infelizmente levava do Barcelona.

Estava eu curtindo as tangerinas quando me chamaram para o pódio. Não demoraram muito a desmontar a mesa, infelizmente. Ao menos consegui uma capa de chuva bem quentinha para voltar para casa. Se eu estivesse de carro, levaria uma melancia daquelas desenhadas. Deve até dar pena de comer. Todavia, assim como eu acabo com os bolos com belos desenhos, devoraria a melancia também.

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Sexta-feira, Dezembro 23, 2011

Circuito Fluminense de Corrida Rústica e Caminhada - Etapa Vila Militar


Essa corrida marcou justamente a minha volta às competições. Só que para meu grande azar, peguei uma fortíssima gripe no final de semana anterior, só conseguindo voltar a treinar bem na quinta-feira, e mesmo assim fazendo muito esforço.

O dia para a retirada do kit era uma sexta-feira. Eu já estava a caminho da estação de trem quando eu vi que a mesma estava fechada por causa de um protesto por um trem quebrado. Resolvi que ia para lá de ônibus. Porém, por não saber como chegar lá, liguei para a organização, expliquei o fato e perguntei se não poderia pegar o kit no próprio dia. Disseram que sim, desde que eu chegasse antes das 18 h.

Acabou que cheguei lá no dia por volta das 17:30. Eu estava cansada pois havia ido em Petrópolis pela manhã para pegar o kit da corrida do dia seguinte. Peguei meu número e coloquei no peito. O pessoal da organização perguntou o porquê de eu ter sumido. Falei da lesão grave que tive. Se bem que dificilmente iria em etapas futuras por causa da distância. E só não fui em Rio das Ostras por causa do batizado do meu sobrinho. Gosto de ir às etapas do Circuito porque além de serem de graça e ter uma senhora mesa de comilanças ao final, acho o pessoal da organização muito simpático.

Neste ano simplesmente não deram nome à corrida, deixando-a como uma simples etapa do circuito. Até a camiseta e a medalha eram as mesmas de sempre. No ano passado isso foi melhor, com camisetas e medalhas exclusivas. O pior foi que muitas medalhas estavam despencando. Sei que a corrida é gratuíta. Todavia, fazer medalhas e camisetas em série sai tão barato... A do ano passado é simples, porém bem bonitinha. Até gosto de usar as camisas do circuito. Elas são bonitas. Só acho que deveriam variar um pouco.

Neste ano também mudaram o local da cantada de Natal, ficando em um espaço bem maior e com muito mais cadeiras. O chato é que a cantada de Natal começou tardão, depois das 19:30. Realmente fica muito bonito. Sem falar no efeito dos enfeites de Natal na corrida. Porém, isso tinha que ser bem mais cedo, principalmente para quem não mora perto.

O tal cara que sempre me pergunta se eu treino no Célio de Barros estava lá. Desta vez ele não perguntou, apenas disse novamente que estou magrinha. Encontrei também um outro colega que já correu várias etapas do Circuito. Ele e outras pessoas me perguntaram pelo Thiago, que não foi devido a uma prova no dia seguinte.

Eu me aqueci com certa antecedência a toa, já que neste ano a corrida conseguiu atrasar ainda mais, começando às 21 h. E o apresentador não parava de falar. Todo mundo começou a vaiá-lo. Ao contrário do ano passado, tinha gente pra caramba. Deve ter dado mais de 1000 pessoas na corrida. Na largada dava para ver que tinha uma multidão atrás.

Por causa da gripe e de estar sonolenta, não consegui correr bem. Simplesmente não conseguia fazer muita força. Para piorar, eu não enxergo nada bem no escuro, a ponto de ter levado um tombo num buraco na corrida do ano passado. Isso me causa certo medo, além de eu também não conseguir enxergar o relógio.

Nas duas viradas eu contava o número de mulheres na minha frente. Na primeira, tinham 5. Já na segunda tinham 4, já que eu tinha ultrapassado uma atleta do Vasco. Os dois primeiros quilômetros estavam errados, tendo distância maior. Sei disso pois o local tem marcação de distância. E, pelo que estava marcado nos postes, havia uns 200 m a mais no 1º e uns 400 m a mais no 2º Km. Já nos outros quilômetros eles foram acertando, devendo ter dado mais ou menos 5 Km mesmo.

Teve um homem que foi me acompanhando em boa parte do percurso. Pra onde eu ia ele ia. Acabou que esbarrei nele. Ouvi meu relógio fazendo um pi. Achei que tinha marcado uma volta e nem liguei. Porém, quando reparei vi que o cronômetro tinha parado! Não sei como, pois o botão fica do lado, mas tinha.

Já perto da chegada, comecei ouvir uns gritos. Era a vascaína desesperada tentando me alcançar. E não é que ela conseguiu. Jovem, velocista... Se bem que qualquer pessoa desse mundo me ganha na velocidade. É duro ver mulheres que são praticamente sedentárias treinando para concursos sendo capazes de fazer os 100 m em 16 s, enquanto meu recorde é de 17,8 s...

As outras crianças do Vasco começaram a cantar aquele hino de fuzaca não sei das quantas para comemorar. Como tinha ficado em sexto e já estava muito tarde, peguei apenas uns abacaxis e fui para o ponto de ônibus. A premiação estava para ocorrer. Contudo, teria corrida no dia seguinte e precisava ir dormir. Obviamente queria ficar para comer mais um pouco, só que não dava. Já passava das 21:30 e já não tinha mais trens, o que acho um absurdo. Ao menos prestei a devida atenção aos ônibus que passavam e vi que tinham uns que iam para o centro.

Peguei um que vai para o Castelo. Estava cheio pois um anterior havia quebrado. Para a minha segurança, mais atletas entraram no ônibus. Eu sentei na escada para deficientes mesmo. Estava muito cansada para ficar de pé. Depois vagou um lugar e eu sentei ao lado de uma senhora cearense que ia para a feira de São Cristóvão sozinha (!?), sem conhecer o Rio de Janeiro direito.

Estava muito chateada pela colocação e por ter corrido mal. Tanto o Thiago como minha mãe estavam preocupados com minha demora. O ônibus estava indo rápido. Contudo, a Vila Militar é muito longe do Maracanã. A tal senhora saltou antes da rodoviária no meio do nada. É muita loucura.

Já eu saltei junto com um casal de senhores. Peguei um taxi por ali e voltei para a casa. Achei mais seguro do que esperar um ônibus que fosse para o Maracanã. Até porque ele é demorado e talvez já nem estivesse circulando.

Chegando em casa fui direto para a cama. Entretanto, quem disse que a adrenalina me deixava dormir. Depois, no site, vi que meu tempo foi de 23:10. Só que pode ser que ele esteja totalmente errado... Afinal, na colocação eu estou em sétimo, sendo que há 8 mulheres na minha frente, com duas colocações repetidas. Há duas 3º e 5º lugares, só que com tempos bem diferentes. Para piorar, a que chegou na minha frente estava com a idade de uma pessoa bem mais velha do que a menina que chegou na minha frente. E quanto aos homens, no site há apenas 186 concluintes. Impossível, tinha muito mais gente lá! A Allen Esportes sempre se enrola com os resultados, impressionante! Sem falar que a busca por resultados no site é bem ruim. Você quer pesquisar outra pessoa da lista e tem que fazer a busca toda de novo. Desta vez eles sequer puseram o vídeo. Desde a etapa de Macaé não teve mais vídeo. Uma pena, pois gostava muito de vê-los.

Mas nada como um dia após o outro...

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Quarta-feira, Dezembro 07, 2011

Treinão do Blog Pulso - 27/11/2011


Por motivos de lesões ou competições, nunca tinha podido participar de um treinão do Blog Pulso. Desta vez eu consegui um domingo livre para participar do último treinão do ano no dia 27 de novembro. Me inscrevi para os 10 Km e o Thiago para os 5 Km.

Na véspera treinei pesado, fazendo um longo fartlek e fiz trabalho de piscina. Logo, estava bem cansada. Já o Thiago estava mal-humorado e foi meio que arrastado. Ele já não gosta de acordar cedo. Se for para correr, pior ainda.

O local era na Praça Dom Pedro II na Quinta da Boa Vista. Os pontos de referência eram o Hospital Quinta D'or e a estação de trem. Só que vendo no Google Maps, a praça Dom Pedro II ficava um tanto fora da Quinta da Boa Vista. Chegando lá, todo mundo estava meio perdido, pois ninguém sabia onde ficava a tal praça. Até que alguém achou que devia ficar em frente à estátua dele que fica em frente ao museu. Dito e feito, a barraca estava lá. Só que não era próximo ao hospital nem à estação. Não era mais fácil dizer que ficava em frente ao museu?

Além do pessoal que ganhou a inscrição pelo jornal "O Globo", o pessoal da Amil, que era maioria, também estava lá. Acabou que a área do evento era muito pequena para tanta gente. Quando chegamos, tivemos que esperar do lado de fora um tempão até abrirem a barraca e precisamos pegar a maior fila para entrar. O Thiago não queria ficar lá dentro, preferindo ficar comigo do lado de fora apesar da leve chuva. De tão apertado que estava, não havia lugar para sentar.

Deixei as coisas no guarda-volumes e fui comer algo do que estavam oferecendo. Como iria correr para valer, não podia comer muito. Apenas comi 4 brioches pretos e uma banana. E muita água. Tinha também brioche normal, melancia, banana, maçã, bolos e sucos. Achei um erro colocarem a mesa cheia antes do treino. Afinal, quem vai treinar para valer não pode comer muito. Só que quem foi caminhar ou nem fez nada comeu muito.

Na hora do alongamento o Thiago deu mostras de quão encurtado está. Ele não conseguia alongar a panturrilha dobrando um dos joelhos e segurando a ponta do pé.


O mão dele não chegava na ponta do pé e sua perna que deveria ser alongada ficava dobrada. Até um dos professores falou que ele precisa se alongar mais.

Terminando o alongamento, fui com o pessoal que iria fazer o ritmo de 5:00 por Km. Um tanto ambicioso para minha atual forma num treino. A volta tinha supostos 2 Km. Saí junto com esse grupo, mas quem disse que eles seguiram esse ritmo? Acabou que fiquei para trás pois eles foram bem mais fortes. A volta também não tinha 2 Km e sim 1,9 Km de acordo com o GPS do Raphael, rapaz que conheci ali. Também vi o jornalista do Blog Pulso, o Iúri Totti, um barbudinho.

Nas 2 primeiras voltas passei abaixo de 5:00 por Km. Depois dei uma afrouxada. Afinal, era só um treino. Bebi água na terceira volta. Cheguei a tomar capote de dois rapazes que foram na frente de todos, inclusive do professor que disse que ia para 5:00 por Km. Na quarta eu quis tomar mas já tinha acabado. A maioria foi para trotar ou caminhar mesmo. Fechei os 9,5 Km em 50:22.2, algo muito bom para minha forma atual.

O Thiago estava lá reclamando que não corri com ele e o deixei sozinho. Ele deu 3 voltas bem mais devagar. Infelizmente não sobrou muita coisa para comer. Como disse antes, teve gente que não fez nada e só ficou nos assistindo. Assim não pode, assim não dá! Os acompanhantes deveriam ao menos ter sido obrigados a caminhar. Ou então só poderiam colocar a mesa pra valer após o treinão. Antes deveria ter só um aperitivo.

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Terça-feira, Novembro 15, 2011

10 K Rio - Corrida Pan-Americana


Como tinha voltado a treinar há pouco tempo, não quis me inscrever nesta corrida. A lesão da qual me recuperara era séria e não queria arriscar. Contudo, o Blog Pulso, do jornal O Globo, fez uma promoção dando trinta inscrições para as melhores estórias da corrida mais marcante. Mandei a estória da Pan-Americana do ano passado, publicada aqui. Não é a minha estória mais marcante, apesar de interessante.

Acompanhando pelo Twitter, percebi que poucas pessoas se inscreveram, pois eles prorrogaram o prazo das inscrições. Como a minha estória estava legal e poucas pessoas concorreram, eu ganhei. Pedi para me inscreverem nos 5 Km, não querendo me arriscar na maior distância e correr o risco de me lesionar novamente ou ficar esgotada. Afinal, não estou rodando 10 Km ainda. Pior, não estou rodando nem abaixo de 5:30 por Km, embora não costume encontrar dificuldades para treinar. Além de ganhar a inscrição, teria direito a ficar em uma área vip com um monte de comes e bebes, algo que eu adoro!

Ao contrário das outras voltas de lesão, resolvi começar rodando a 6:00 por Km e a fazer tiros (obviamente poucos e devagar) ainda nas primeiras semanas ao invés de só rodar e esperar estar mais em forma e mais magra. Me surpreendi com o fato de isso estar fazendo a minha forma retornar mais rapidamente.

Apesar de estar fora de forma, só em trote leve faria os 5 Km em 7:00 por Km. Mas não é que me cadastraram no pelotão branco, de quem leva mais de 35 min! Eles poderiam não saber meu tempo. Todavia, a Yescom tem meus tempos de corridas anteriores e tem como saber o quanto eu posso correr. Ou seja, que eu deveria estar no amarelo (pelo ano passado), ou vermelho (pelos anos anteriores).

A retirada do kit desta vez foi só em um dia. Achei ruim pois se pudesse pegar na sexta, iria lá antes do trabalho e economizaria R$ 5,00 em passagem. Para piorar, por causa de uma corrida de bicicleta na Avenida Presidente Vargas, parte dela e outras ruas estavam fechadas, o que causou o maior engarrafamento. Resultado: saí de casa às 11:30 e voltei só ás 15 h. Sem falar na fila na hora de pegar o kit para a cortesia, que estava enorme e com poucos funcionários para atender quem ganhou inscrição. Como estava calor e eu estava com sede, pedi uma água a um dos funcionários. Ele me arrumou só água quente, pois era o que tinha. Um monte de gente quis também. Chegando na minha vez, gostei do kit. E ainda ganhei uma pulseira verde para a área do jornal O Globo. No kit veio uma sacola de plástico, planfetos, um pacote de café e um sachê de cappuccino (a maioria das pessoas não gosta do café, o que eu adoro!), um estojo da Fisk com lápis e borracha (para substituir o meu combalido velhino) e uma camisa da Fila amarela bonita, porém vagabunda.

Além de treinar normalmente e fazer trabalho de piscina na véspera, musculação na sexta, e circuito com direito a saltos e escada na quinta, comi 2 porções deliciosas de bolinhas de queijo na véspera. Ou seja, seria mesmo só mais um treino. Meu objetivo era fazer um tiro de 5.000 m e só, preferencialmente para 24:10, o ritmo que estimo ser capaz de fazer em um tiro de 3.000 m (4:50 por Km).

Chegando lá, logo achei a área do jornal. Tinha café, sucos de uva e caju, água de coco, bolos, barras de cereal, sanduíche normal e integral (estranhamente com recheio engordiet de salaminho), croissant de queijo, maçãs, bananas, melancia e uns biscoitos waffer de palitinho. Não comi nada ali antes da corrida. Entretanto, guardei algumas coisas na mochila. Preferi deixá-la no guarda-volumes por não conhecer ninguém que estava por lá.

Todo mundo perguntava por que eu estava sumida. E lá ia eu explicar a minha contusão... Teve um cara que como sempre me pergunta se eu não treino lá no Célio de Barros. Só que ele disse que eu há uns 6 meses estava "bem mais forte". Disse que não era eu e que ele devia estar me confundindo com outra pessoa. Oras, no dia da corrida eu estava inchadona por causa de TPM (menstruei assim que cheguei em casa) e ele vem me dizer que eu era ainda mais gorda!! Há 6 meses atrás eu estava um tanto mais magra do que agora. Esse cara deve ser cego ou destraído. Só sei que ele sempre me pergunta se eu treino no Célio de Barros toda a vez que me vê.

Na hora de me aquecer, fui trotando pela grama do 2 Km ao 3 e voltei. Achei alto o tempo (14:03) e julguei que a marcação estivesse errada. Também senti um pouco de cólica e enjôo por causa da TPM.

Na hora da largada, muita gente não respeita o ritmo de corrida como sempre e sai lá na frente mesmo correndo devagar. Ao olhar meu número ainda em casa, eu vi a pulseira branca. Joguei-a fora. Afinal, seria um vexame eu usar aquilo. Só que muita gente que deve usá-la sai lá na frente causando atropelos na largada. Neste ano, ao contrário dos anteriores, isso aconteceu bastante.

Como previ, as marcações estavam estupidamente erradas. Como pode isso, numa corrida oficial de nível nacional da CBAt e da Globo?! Ao contrário do que disseram, acho que a maior distância tinha 10 Km certinho justamente por ser oficial e valer para o Ranking da Caixa. Pela minha experiência, acho que a distância total também tinha 5 Km. Até porque essas corridas são realizadas no mesmo percurso há anos e noto que a posição das marcações muda de ano para ano. No ano passado, por exemplo, a do Km 1 é que estava muito errada.

Saí um pouco mais forte do que devia. Minhas passagens foram: 4:13.6; 4:38.6; 5:38.9; 4:03.5, e 5:00.7. Já os batimentos médios foram: 173; 179; 177; 175, e 175. Terminei com 23:37.9 pelo meu relógio, melhor do que previa. Hoje, pelo site oficial, vi que fiz em 23:35, sendo a 85 no geral absoluto, 8 no geral feminino e segunda da minha faixa-etária. Tudo isso obviamente nos 5 Km. Achei as corridas com poucos concluintes, já que disseram que havia 6000 pessoas inscritas. Achei estranho também os 10 Km ter mais concluintes que os 5 Km. Pelo que vi no local, realmente tinha mais gente com o número azul dos 10 Km do que o laranja dos 5 Km. Acho que nessa corrida vai o pessoal que corre de verdade, ao contrário do que aontece nas corridas da O2 e da Iguana. Nessas, quase todo mundo vai nos 5 Km.

Ao chegar, a barraca do jornal ainda estava vazia. Fiz a festa! Comi 20 barras de cereal. Só não comi mais porque acabou. Comi também 2 croissants. O que acabou rápido foi o waffer. Tomei ainda 3 sucos de caju, 5 cafés e o gatorate na hora de pegar a medalha, o que já quase ia esquecendo. Sem falar que trouxe um bando de sanduíche de queijo para casa juntamente com algumas poucas maçãs. A mochila ficou lotadona de tanta coisa. Consegui ainda 2 lanches pós-prova, já que tinha sobrado um monte na organização. Eles deveriam distribuir todo o resto para os atletas e não simplesmente guardá-los.

Gostei muito da medalha deste ano. Bem grande e não era reaproveitada de outras corridas.

Ao chegar em casa, os sanduíches fizeram a festa do pessoal aqui em casa. Principalmente do meu pai, que comeu quase tudo de uma vez. Já os waffers quem comeu foi o Thiago, que não foi comigo para ensaiar com o grupo de Cavaleiros do Zodíaco para o Anime Family.

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Terça-feira, Novembro 01, 2011

Promoção Parmê de Bandeja no Twitter - Buffet Premium



A Parmê da Barra da Tijuca passou a oferecer o Buffet Premium, com um cardápio bem mais variado que o tradicional buffet de massas que acompanha o rodízio de pizza. O serviço funciona na hora do almoço das 12 às 15 h. O Buffet Premium sai por R$ 19,90 nos dias de semana. Durante os almoços de finais de semana e feriados os preços são diferentes. Homens pagam R$ 29,90 e mulheres, R$ 24,90 (eles não esperam que uma mulher seja capaz de comer tanto quanto eu, que come muito mais do que a grande maioria dos homens). O endereço fica na Av. Armando Lombardi 155/A.

Fiquei sabendo do novo serviço pelo Twitter da Parmê. Pela foto, o buffet me pareceu ser bem interessante. O do rodízio de pizzas costuma ser fraquinho, não valendo muito a pena ir em uma promoção de rodízio de pizza só por causa dele. Como como muito, valeria a pena ir até lá e voltar em um dia da semana desde que eu não tivesse que trabalhar. Para a minha felicidade geral, a Parmê fez uma promoção para esse buffet para o dia 29 pagando o mesmo do final de semana.

Em princípio, fiquei preocupada pois achei que lotaria. Porém, como não dá para eu ir durante a semana, resolvi ir. Meus pais ficaram me criticando, dizendo que não valeria a pena por causa da passagem. Só que esse buffet só tem lá. Disseram para que eu fosse no Viena. Só que já conheço o buffet do Viena. É bom, mas é a quilo. Para quem come muito, comida a quilo é prejuízo a não ser que o buffet seja muito caro, como na Estrela do Sul. Lá eles saem no lucro comigo pois não sou fã de carne, preferindo os acompanhamentos.

Peguei um ônibus barrinha lá na Praça Sães Penha e cheguei bem rápido lá, por volta das 11:30. Me espantei pelo fato de a loja já estar aberta. Afinal, no site dizia que só abria às 12 h. A princípio, os garçons não sabiam da promoção. É sempre assim, nunca avisam as lojas das promoções. Eles sempre têm que perguntar para algum gerente geral de fora...

Antes das 12 h parte do buffet já estava posto e eu já podia me servir. Caí dentro da pizza de massa branca, coxinhas (34), torradas de parmesão e filé de frango a parmeggiana (4). Comi ainda um fettuccine aos 4 queijos com parmesão, provolone e muzzarela, já que era possível comer uma massa feita na hora. Tinha nhoque, espaguete e o que eu escolhi, com vários molhos e toppings (eu escolhi o de 4 queijos e queijos como toppings). Tinha ainda quibe, arroz, feijão, arroz à piamontese, batata frita, purê de batatas, muitas saladas, etc.

A pizza de massa branca estava muito boa, mas podia ser um pouco menos salgada. Embora a do Viena seja melhor, esta é uma das melhores que já comi. As torradas de parmesão estavam ótimas. A coxinha era mais massa do que frango, estando apenas razoável. A do Bar das Freiras lá da PUC, por exemplo, é bem melhor. O frago a parmaggiana também estava apenas razoável. O fettuccine poderia ser menos salgado, mas não tenho como comparar pois nunca comi em outro lugar e não sei se o que eu escolhi como molho e toppings fez isso. Pelo preço, mesmo o de fim de semana vale muito a pena.

Como tinha 3 h para comer tudo o que tinha direito, como estava sozinha, lia enquanto fazia um pouco a digestão. Para a minha surpresa, a loja ficou relativamente vazia o tempo todo. Acho que a maioria das pessoas achou o local muito longe. É uma pena eu não estar no auge da minha forma para poder aproveitar mais.

De sobremesa, ainda comi um sorvete de morango com flocos, que estava muito bom. Do atendimento não tenho o que reclamar, foi excelente! Nessa filial o pagamento também é num balcão perto da saída, tal como é no Shopping Tijuca.

O difícil foi voltar para casa, já que por ali não passava nenhum ônibus voltando para a Tijuca. Portanto, peguei um que me levava ao centro para fazer uma baldiação. Depois de tudo isso, só muito jiboiar para fazer a digestão. Acabei foi é muito inchada! Mas valeu a pena!!!

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