Pantera Cor de Rosa

Este é o blog de Juliana Carpes Imperial, mais conhecida pelos desconhecidos como a Pantera Cor de Rosa por volta e meia ir correr toda de rosa.

sexta-feira, julho 24, 2015

Treino da Nike 24/07/2015


Eu sempre quis participar de um treino da Nike e nunca consegui. Antes as inscrições abriam às 12 h de domingo. Agora abrem às 10 h de segunda. Sempre esquecia ou não tinha treino legal perto de casa. Não vou querer fazer treino leve, o dos calouros, né? Só se eu estivesse voltando de lesão. A maioria é na Zona Sul ou no Nova América, locais longes. Treino tem que ser perto de casa. Os treinos costumam lotar logo, principalmente os da Zona Sul. Porém nos treinos pesados sempre há vagas.

Já faziam algumas semanas que às 10 h em ponto eu marcava ponto na frente do computador para tentar me inscrever em algum treino. E para minha sorte, eu consegui um pesado na Praça Afonso Pena, a apenas 1,7 Km de casa, às 7:14 da manhã de uma sexta. Nem precisaria correr pois sempre sobra vaga no treino pesado.

Na noite da véspera até pensei em não ir pois não estava me sentindo bem. A gripe está me pegando e sentia o mal-estar. Eu pensava em ir correndo mas acabei indo andando mesmo porque acordando às 6:20 não daria tempo de me aquecer e alongar.

Cheguei lá por volta de 6:50, peguei minha pulseira e peguei uma barra de cereal da Nutry de brigadeiro. Não quis testar tênis da Nike. Prefiro o meu Mizuno velhinho, quase aposentado, mesmo.

Tinha água gelada e guarda-volumes. Contudo, não tinha banheiro. Antes do treino usei o da praça, aproveitando que um homem tinha acabado de sair. Eu não tinha moedas para colocar no banheiro, que custa 50 centavos. Até que não estava muito sujo.

O treino em si foi bem legal. Professores e pessoal bem animado. Só que de pesado para mim não teve nada. Basicamente foi um funcional. Vi bastante gente sofrendo. Tirando uma ou outra hora, minha frequência cardíaca quase não se elevava. Só achei ruim ficar saltando no cimento. Preferiria sujar o tênis na terrinha fazendo os saltos ali no macio. A fascite plantar andou querendo voltar e não quero dar mole para ela. Sem falar que saltar no duro maltrata a musculatura.

Depois do treino, nos deram mais uma barra e tiramos muitas fotos. Queria voltar correndo. Todavia, precisava ir ao banheiro novamente. E dessa vez não tinha ninguém lá dentro para abrir a porta e não precisar de moeda. Da próxima vez, se tiver treino no mesmo local, levo duas moedas de 50 centavos. Havia bebido muita água e suado muito pouco, para não dizer praticamente nada. A minha toalhinha não foi usada em hora alguma.

Espero conseguir um longo ou um corre junto. Mas no corre junto vou no meu ritmo, que está cada vez mais rápido. No asfalto, mesmo no longo, vai ser de certo abaixo de 4:50 por Km sem maiores dificuldades se eu não estiver em um dia ruim.

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quinta-feira, fevereiro 26, 2015

Venci o Sacred 2!


Depois de alguns meses, consegui vencer o jogo com a Seraphim e com o Inquisitor. Contudo, ambos os finais me decepcionaram. Um jogo que, apesar dos bugs, tem uma bela abertura, lindos gráficos e um show de rock virtual, merecia finais decentes. Vejam vocês mesmos.

Final da campanha da luz:



Final da campanha das sombras:


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segunda-feira, fevereiro 16, 2015

Bebendo uma Coca-Cola no McDonald's


Coca-Cola e McDonald's, uma dupla nada saudável da qual atletas devem manter a devida distância. Claro que de vez em quando não faz mal, mas deve-se evitar. Em geral só bebo refrigerantes em festa e, de preferência, os sem calorias. Já no McDonald's, eu praticamente só provo os sabores novos de sorvete. A última vez que comi mesmo algo lá foi um egg cheese bacon sem bacon no café da manhã ainda lá em Fortaleza, há quase um ano.

Porém, desde o dia 29/01, quando fiquei sabendo da promoção, que começou no dia anterior, passei a acessar o Twitter da minha mãe e me dar uma Coca-Cola por dia. Ou seja, hoje, dia 16/02, já peguei 19 cupons e já tomei 17 copos. Não, ao menos não engordei nenhuma grama. Continuo bem magrinha graças aos treinos.

Sim, sei que faz mal, muito mal, tomar com essa frequência toda. Tanto que neste ano, depois do fim da promoção, em festas vou beber só água ou suco. Até porque nem sou tão fã de refrigerante assim. Ao menos o resto de minha dieta continua bem balanceada e generosa.

Mas Juliana, se não é fã de refrigerante e, em especial, de Coca-Cola, por que participa? Porque é de graça e de graça é bem mais gostoso. Só isso.

Minha mãe é que tem reclamado por receber notificações do @CocaMoMc o tempo todo no celular. Ainda bem que não a coloquei para seguir esse perfil, que nesses 20 dias já deu mais de 1,3 milhões de tweets.

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domingo, fevereiro 15, 2015

Repúdio à Campanha das Sombras do Sacred 2


O jogo Sacred 2 permite dois tipos de campanha: a da luz e a das sombras. Como as campanhas são bem diferentes e cada uma tem um final distinto, sendo que para poder ver o vídeo de cada final é necessário completar a campanha dele, resolvi jogar nos dois modos ao mesmo tempo: a campanha da luz com a Seraphim e a campanha das Sombras com o Inquisitor, o cara ai da imagem. Enquanto ela em geral sempre tenta ajudar, ele praticamente só faz tramóia, pensando só em lucrar e ganhar dinheiro. Não preciso nem dizer que ele sempre acaba mais rico do que a Seraphim. Há missões onde há exceções, mas em geral é o que ocorre.

O Inquisitor, em especial, é tão ruim que até a filha dele se choca com suas atitudes e tenta matá-lo. Porém, qualquer dos personagens que siga a campanha das sombras vai fazer muita maldade. Quando se joga certas missões, já se espera coisa ruim da parte dele e acabo até achando graça em certas situações.

Contudo, há 2 casos onde os programadores se excederam e eu não achei graça nenhuma. Primeiramente, no deserto, no capítulo 7, um cara pede para matar seu cachorro de estimação que o mordeu e saiu correndo.


Já no capítulo 9, enquanto a Seraphim na mesma missão tem que pegar os gatos de uma criança que mora na árvore que pularam para o chão, o Inquisitor tem que pegar os gatos para um cara fazer um casaco de pele. Mais ainda, diz que por ele arrancava a pele dos gatos ainda vivos, que eles eram uns sacos de pulgas, etc.


Sinceramente, acho isso um total absurdo. Sei que é só um jogo, porém um total desrespeito aos animais e a quem tanto gosta deles. Esses programadores não devem gostar de bichos, só pode.

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domingo, fevereiro 08, 2015

Campeonato Estadual de Cross Country


Eu sabia que o Estadual de Cross seria realizado no dia 1º de fevereiro, como tinha falado com a Edneida no dia da corrida do Célio de Barros. Ela disse que me inscreveria pelo Santa Mônica.

Chegando a data, nada de colocarem o calendário no site da FARJ e quando o fizeram, demoraram a colocar regulamento, programa-horário, local, etc. Antes que isso acontecesse, liguei para a Edneida e ela pediu para que não me preocupasse. Estava demorando a sair porque o local desejado estava em obras e que estavam vendo o percurso. As inscrições seriam feitas na hora.

Saindo o local, descobri que a melhor maneira de me achar por lá era indo de trem, sendo a estação de Magalhães Bastos a mais próxima. A da Vila Militar é também relativamente próxima, porém um pouco mais longe.

No dia, acordei às 6 h, peguei o trem em direção à Santa Cruz de 7:07 e cheguei lá junto com outros atletas que embarcaram no caminho. O chão estava molhado devido a fortes chuvas. Ainda bem que o calor tinha dado uma boa trégua. Se fizesse no dia o que andou fazendo, poderia até passar mal. Por outro lado, a chuva deu uma empantanada no percurso. Não costumo ter problema com isso, porém nunca mais treinei com chuva por causa da seca braba que atingiu o Sudeste e levou a água e os caquis embora :(

Lá fiz minha inscrição. Só que a Edneida não foi e sem minha carteira, não sei meu número de CBAt e FARJ. Disseram-me que o da CBAt nunca muda. Porém, quando a Edneida foi me inscrever no Santa Mônica, não achou meu registro, que foi feito sem precisar fazer transferência. Foi como se eu nunca tivesse sido registrada na CBAt. Não sei dizer se isso ocorreu depois que tiraram o registro do Salgueiro de vez do site e, por sua vez, do banco de dados. O Vadico, que me ajudou no processo, disse que chegou a ver a minha carteira nova.

O local é muito bonito, excelente para treinar. Só achei a estrutura de banheiros ruim. Se tivessem muitos atletas, iria formar a maior fila. Infelizmente, com o fim do Célio de Barros, o número de atletas de pista é cada vez menor. Infelizmente esse é o retrato do esporte no Brasil. No país das olimpíadas, o esporte está andando para trás. Do Google Maps e do trem vi uma pista ainda sendo finalizada da Vale. Parece que será aberta aos demais atletas. Contudo, lá é muito longe para muita gente.

A prova dos homens no adulto começou atrasada. Contudo, como levaram menos de 65 min (tempo máximo para eles), a nossa começou até um pouco antes do horário previsto, que era às 9:05. Éramos 7 e tínhamos que fazer os 8 Km em menos de 50 min. O percurso eram 4 voltas de 2 Km. Saí atrás de todas e tentei me manter com a penúltima até onde deu. Depois da primeira volta, não consegui mais acompanhar. Estava fazendo tanta força que nos primeiros 200 m minha frequência cardíaca já estava em 174 e ficou em 180 o maior tempão.

A grama era fofa e estava meio pesada por causa da chuva. Sorte de quem correu depois e pegou uma grama mais pisada. Tinha uma parte enlameada e escorregadia sem grama. Na última volta, um barro até colocou em meu tênis e demorou a sair. Uma pequena parte era em um asfalto já velho.

Na primeira volta, uns atletas que estavam assistindo a prova e nos incentivando, chamaram-me de queniana. Só se for antes de ter caído na água sanitária ou no negativo de fotos. Eles e as demais pessoas sempre nos ajudaram com gritos de incentivo.

Tínhamos água a cada volta. Porém, da maneira que foi distribuída, em copos abertos, é muito ruim. Desse jeito não se consegue beber quase nada. Se estivesse quente, seria um problema. Prefiro em copo de água mineral mesmo.

Cheguei por último, fazendo o tempo de 39:38, bem longe do meu melhor em cross, 36:40. Minha frequência cardíaca média foi de 177. Se tivesse feito uns 2 min abaixo, teria pego medalha, já que premiaram os cinco primeiros. É a primeira vez que vi isso numa prova de atletismo de clubes e achei interessante, por incentivar mais os atletas. Assim que terminamos começou o juvenil masculino.

Meu GPS acusou 130 m a menos. Todavia, a maior diferença de distância deu na primeira volta. Acredito que o tempo nublado possa ter contribuído, juntamente com ter deixado o GPS no bolso e não no top. O medidor oficial, o Zé Luiz, é credenciado pela IAAF e disse que mediu 3 x, dando certinho. A parte final do percurso também pode ter contribuído para o erro. Já que você vai e volta mais ou menos pelo mesmo lugar e o GPS pode não ter pego a distância corretamente.

Antes e depois fiquei conversando com o Vadico, o Lancetta, o Zé Luiz, a Luz'Marina, a Solange, o Jorge Ultramaratonista e demais amigos. A Luz falou que pensa em fazer uma corrida no porto e o Zé falou que o cross dos veteranos será no dia 29/03, no mesmo percurso. Nessa só não vou se houver um motivo de força maior.

Quando saí havia começado o juvenil feminino. A Elza me ligou e ficamos conversando a respeito da prova e de treinos. Para meu azar, assim que estava chegando na estação, passou o trem. Tive que esperar mais 40 min até o próximo. A Avenida Brasil é próxima, mas parece que ali não tinha ponto. Peguei o trem seguinte meio cheio, com muita gente indo ao Zoológico. Acabei morta depois, por conta do esforço.

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sexta-feira, fevereiro 06, 2015

Falta Respeito aos Corredores


Estou totalmente indignada com a O2/Ativo.com. Quando em 2006, reclamei da Corrida Leblon-Leme com a O2, a primeira corrida da O2 no Rio, recebi um e-mail de resposta. Na época, reclamei do preço da inscrição (R$ 50,00 era caro para a época), da falta de premiação na faixa-etária e de prêmios em dinheiro para a geral. Hoje em dia a inscrição é muito mais cara e nem brinde mais dão para a geral. Ou seja, para quem quer competir, seja na geral seja na faixa-etária, corridas da O2 nunca foram um bom negócio. Mas na época as corridas em si ainda eram organizadas.

Agora está muito pior. É uma multidão enorme num espaço onde não cabe tanta gente assim, não separam direito quem corre 5 Km e quem corre 10 Km, não colocam pelotões com separação rigorosa para que pessoas que correm em diferentes velocidades não se atrapalhem, camiseta que desfia, frutas de péssima qualidade (verdes e/ou podres), etc. E o preço só aumentando.

Na época do e-mail, a pessoa da organização falou que o custo por atleta é 3 x maior do que o da inscrição. Prejuízo não têm. Se tivessem, não organizariam tantas corridas. Acredito que o custo seja alto, sim. Porém, com patrocínios grandes, o lucro deles deve ser enorme. Então, o mínimo que se espera é um serviço adequado.

Além dos problemas citados acima, nem os resultados, que fazem parte do serviço pago no ato da inscrição, são corretos. Vejam o que aconteceu comigo na corrida do Circuito das Estações do Rio de Janeiro - Etapa Verão, que foi realizado no dia 07 Dez 2014.

Fui a 4ᵃ Colocada Geral ao passar pela chegada, fato que membros da organização falaram para mim desde a curva dos 5 Km (nesse momento anotaram meu número de peito). Porém, ao ver os resultados dos 10 Km feminino, que fiz em 47 min 53 seg (meu relógio marcou praticamente a mesma coisa, portanto o tempo está correto) de acordo com uma mensagem de texto da O2 em meu celular, meu nome não consta e no lugar há um homem, de número 6353, algo que descobri vendo as fotos. Seu nome é Hedmiller Gonzalles Carneiro Corrêa Gouvêa. Já meu resultado aparece nos 5 Km. Me inscrevi nos 10 Km, no meu número, que foi o 8932, está escrito 10 Km, mas meu resultado está nos 5 Km.

Para piorar, recebi o certificado em meu e-mail onde consta que corri 5 Km. Eu gostaria que os resultados fossem corrigidos e de receber o certificado correto, pois isso está incluído ao pagar a inscrição. Mesmo que o chip tenha falhado no tapete da virada dos 5 Km, eu fui vista por membros da organização, que anotaram meu número. Já reclamei por escrito, pelo Reclame Aqui, telefonei 2 vezes para 3527-0635 (Ativo.com/O2 no Rio de Janeiro), reclamei na sessão de defesa do consumidor do Globo, e nada foi feito. Os protocolos do atendimento via telefone são 00242265 e 00244167. Sempre me deram 72 horas e nada foi feito. Meu resultado continua errado e o homem continua em 4ᵒ lugar. Sinto-me lesada, pois parte do serviço foi falho e até agora não repararam o erro.

O que custa arrumar os resultados? Nada!! E se forem olhar as listagens femininas, vão ver um monte de nomes de homens. Além de homens que correm com chip de mulher, seja intencionalmente ou não, há os que se inscrevem sem querer como mulheres e há os erros de bancos de dados. Contudo, uma vez que alguém aponta o erro, ele deve ser corrigido. Até a Yescom, cujo atendimento costuma ser péssimo, corrige esse tipo de erro.

Ah, a maioria dos corredores da O2 não vão para competir e sim só para participar e se divertir e pouco ligam para os resultados. Todavia eu ligo, pois vou para fazer o melhor que posso. Com o resultado na listagem errada, não consigo saber quantos homens chegaram na minha frente, algo que importa para mim, sim. Se eu paguei um serviço, quero que seja executado por completo. Eu sequer consigo navegar pela lista dos homens por completo por problemas no site. Ao ir para a próxima página, o filtro de busca some. Se eu conseguisse fazer isso, saberia quantos homens chegaram na minha frente. Querem me contratar para dar um jeito no site? Deve ser fácil corrigir isso.

Como disse quando fiz a postagem falando da corrida em Dezembro, eu só corri essa corrida por falta de opção. Agora, mesmo que só tenha corrida da O2 quando quiser correr, eu não vou. Só se eu ganhar a inscrição no sorteio. E Ativo.com, que agora está junto com a O2, só se for para fazer a inscrição de corrida organizada por terceiros.

Como minhas reclamações não deram certo, vou entrar no tribunal de pequenas causas contra o Ativo.com/O2. Para outras pessoas que se sentirem lesadas, eis aí as informações que consegui:

Nome Fantasia: ATIVO.COM
Razão Social: Villa Olímpica Serv. Ltda.
CNPJ: 03.787.821/0001-08
Endereço 1: Rua Alexandre Dumas, 1268 Bairro: Chácara Santo Antônio Cj. 136 CEP: 04717-003
Endereço 2: Rua Francisco Corazza, 83 Parque Residencial da Lapa CEP: 05038-130
Cidade: São Paulo
Estado: SP

Muita gente tem problema com a Ativo.com e reclama. Só que eles só dão 72 h e nunca respondem, nem mesmo quando os clientes são lesados financeiramente. Pra pagar boleto de corrida, nunca tive problemas. Eu é que não compro produto nenhum aí. Já não chega a dor de cabeça que tive com a loja MundoCorrida, ligada a O2. Nesse caso, consegui resolver. Porém, nunca mais compro nada lá.

Acho que a Ativo.com age assim porque todo mundo compra lá produtos e inscrições e muita gente sempre deixa pra lá mesmo quando o dano é mais sério. Por isso que vou entrar na justiça. Para terminar, não coloquei a postagem na categoria errada, não. É que a Ativo.com é um perigo mesmo!

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domingo, janeiro 25, 2015

Corrida de São Sebastião


Fiz minha inscrição com bastante antecedência, no final de novembro, para evitar pagar ainda mais caro do que os R$ 75,95. Não gosto de fazer muito tempo antes pois posso acabar me lesionando e não podendo correr. Essa organizadora até devolve o dinheiro caso ocorra esse tipo de problema. Porém, se tentar fazê-lo muito em cima da data da corrida, já não é mais possível.

Fui pegar meu kit no sábado, dia 17 de janeiro na sede da APPAI, no centro da cidade. Com medo de um prédio comercial não me deixar entrar de bermuda, fui de vestido. Mas ao chegar lá um monte de gente de short pegava o kit sem maiores problemas.

O kit estava meio simples desta vez. A sacola foi de qualidade e a camiseta sem manga (ainda bem!), bonita.

Como disse na postagem anterior, comi lasanha de pão árabe no dia 18 e estava cansada da corrida em volta do Maracanã. Mesmo assim, esperava cumprir a meta de 46:58 caso a corrida tivesse 10 Km certinhos. Afinal, tivera um desempenho razoável na outra.

No dia, acordei às 6 h da manhã, saí às 6:30 e cheguei ao local às 7 h. Nessa hora ainda estava fresco. Deixei minha bolsa no guarda-volumes, peguei 2 copos d'água com a organização na chegada, fui ao caminhão-banheiro, e fui me aquecer. Me sentia meio presa.

Os caminhões-banheiros são bem melhores que os químicos e ainda por cima têm faxineiros(as). Então, estão sempre limpos. O problema são algumas cabines cujas cortinas não fecham corretamente. Achei que a quantidade de caminhões atendia a demanda. Só a Spiridon os usa.

Na hora de ir para a largada, já tinha muita gente e não consegui me posicionar muito a frente. O arcebispo rezou o Pai-Nosso e foi dada a largada. Tive que ir andando e dei até uma parada na frente do pórtico porque tinha um monte de gente apenas trotando na frente. Perdi tempo desviando esse pessoal que corre devagar e cisma em sair lá na frente. Nesta corrida hoje em dia não precisaria ter largada em ondas. Ela no passado dava 10.000 pessoas pois antes de a Iguana e a O2 entrarem no mercado, eram poucas as corridas no Rio de Janeiro. Mesmo sendo apenas 10 Km e no calorzão, ia muita gente mesmo. Atualmente o limite é de 5.000 pessoas e a maioria vai nos 5 Km. Mesmo sem largada em ondas, poderia ter largada em pelotões ou colocarem a largada dos 5 Km meia hora depois da dos 10 Km. E, obviamente, colocarem limite de inscritos em cada modalidade (por exemplo, 3000 em cada uma delas). Ao menos todo mundo vai junto até os 5 Km, quando termina a prova mais curta e quem corre os 10 Km não fica engarrafado com o pessoal mais lento dos 5 Km. O pessoal da O2 e da Iguana deveria fazer isso também.

Comecei correndo bem. Contudo, já no 3º Km, não consegui mais manter o ritmo e me arrastei até o final. Ao menos não fez tanto calor e a água, em cinco postos, estava sempre bem gelada. Minhas passagens foram: 4:27.5; 4:32.4; 4:51.7; 4:44.4; 4:43.5; 4:50.4; 4:48.5; 4:54.8; 4:50.8; 5:51.7. Não morri no último quilômetro. A corrida é que teve 10,2 Kms. No ano passado teve 10,1 Kms. Daqui a pouco, vai ter 11 Kms. O erro começou a partir do 5º quilômetro, sendo que o maior erro foi entre os quilômetros 9 e 10. Lembrando que as marcações de tempo acima foram as que meu GPS marcou. Até o quilômetro 5, meu GPS e as placas estavam andando mais ou menos juntas. Dessa vez não puseram o cronômetro em cima das placas.

Na chegada peguei a medalha, que achei simples demais em comparação com edições anteriores, tomei chuveirada geladinha, e fui lanchar. Tinha picolés de uma marca brasileira que não conheço. Todavia, eram muito bons. Provei os de morango, coco, uva e leite condensado, o melhor. Tinha também banana e melancia. Pena que ao final fecharam o freezer e não nos deixaram pegar mais sorvetes. Em compensação, o pessoal da organização estava se fartando. Não achei isso certo, pois fomos nós corredores que pagamos a corrida.

Teve sorteio novamente. Além de mais uma vez não ter ganhado nada, achei que sortearam poucos prêmios. Queria ter ganhado o tênis.

Novamente o pessoal fez protesto pela reconstrução do Célio de Barros e mais uma vez não vi meus amigos de protesto. Ao menos vi nas fotos que o Giovani dos Santos, o campeão, posou com a faixa.

Oficialmente, fiz os 10,2 Km em 48:33 (muito ruim!), sendo a 174º no geral absoluto, 16º no geral feminino e 1º na categoria 35-39 anos. Ao menos, vou receber mais um troféu. Espero muito tomar vergonha na cara e não comer nada pesado às vésperas da próxima competição. Não é a primeira vez que me dou mal por causa disso. Se fosse só o cansaço o resultado não teria sido tão ruim. Ganhar peso assim de bobeira atrapalha muito.

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6ª Corrida e Caminhada de Confraternização pela Reconstrução do Estádio de Atletismo Célio de Barros


Não pude competir nas outras 5 edições, seja por estar em Fortaleza, lesionada ou fora de forma. Na 5º, fui como treino, fazendo os 3,9 Km em 19:02. Tinha prometido a mim mesma que na próxima iria para valer, para fazer para uns 16/17 min.

Ao contrário da vez passada, fiz minha inscrição pela Internet e não na hora com medo de que esgotasse, já que quase não há corridas nessa época do ano e provavelmente encheria.

No dia, acabei saindo de casa para me aquecer um pouco mais tarde do que gostaria, às 7:25 e não às 7:15. Fui trotando até o Portão 17 do Célio de Barros, peguei meu número e dei mais uma volta em trote. Depois foi só conversar um pouco com os amigos e com o presidente da FARJ, Carlos Alberto Lancetta, que estava contando várias estórias interessantes do atletismo carioca.

Realmente deu bastante gente. Tinha mais de 300 pessoas no local. Isso é muito bom para espalhar a todos os corredores o descaso com o atletismo carioca. Tem muita gente que corre que desconhece o problema.

A largada atrasou uns 10 min. Logo de início tive que driblar umas pessoas que saem na frente para trotar e saí forte. Até demais. Passei quase toda a primeira volta abaixo de 4:10 por Km. Me excedi, pois na segunda volta não consegui manter o mesmo ritmo. O Gilson foi junto comigo quase o tempo todo. Acabou que terminei os 3,9 Km em 17:07, resultado dentro do esperado. Poderia ter sido melhor se tivesse saído um pouco mais devagar. São 3,9 Km para quem corre na pista o tempo todo e passa direitinho atrás do Museu do Índio. Se cortar caminho na curva ou pelo parque aquático, dá menos.

Depois, comi bastante banana e abacaxi. E tirei muitas fotos com os amigos. Pedi também a Edneida para me inscrever na Copa Rio de Cross Country. Meu desempenho nessa corrida não me permitirá dar vexame entre os atletas federados se no dia der tudo certo.

Não se sabe ao certo a data da próxima edição. Só não dá muito para ficar escolhendo data por causa das outras corridas porque todo domingo vai ter corrida grande depois de março. Para competir em pé de igualdade, talvez devessem tentar algum patrocínio para manter o mesmo preço e fazer um estrutura maior, fechando a rua, percurso maior, com pórtico de largada mais pomposo, camiseta, medalha mais sofisticada, etc.

Depois de muito papo voltei para a casa e cometi um grande erro: pedi para minha mãe fazer sua deliciosa lasanha de pão árabe. Isso não seria problema se no dia 20 não tivesse que correr a Corrida de São Sebastião.

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