Pantera Cor de Rosa

Este é o blog de Juliana Carpes Imperial, mais conhecida pelos desconhecidos como a Pantera Cor de Rosa por volta e meia ir correr toda de rosa.

terça-feira, dezembro 15, 2009

Anime Family - 13/12/2009


Minha mãe comprara os ingressos para mim e para o Thiago com bastante antecedência e dificuldade no curso de idiomas Yázigi. O problema é que ele queria ir no domingo, que é o dia que lota mais mesmo não tendo cantores japoneses.

A princípio, o Thiago ia de Seiya. Porém, de última hora, resolveu ir de Bozo. O problema é que estava muito em cima da hora mesmo. Das costureiras boas que ele conhece e não cobram caro, uma estava doente e a outra, atarefada demais para o evento e, ainda por cima, acabou tendo sua máquina de costura quebrada. Acabou que ele conseguiu achar uma outra ótima costureira que faz cosplays, a tia Mara. Só que essa também estava cheia de trabalho para o evento.

No sábado, véspera do evento, o Thiago, ao invés de vir me visitar, foi provar a roupa e ainda faltavam uns detalhes. Por isso, no domingo, ele foi lá antes de vir me buscar para irmos a pé até lá. Só que ele começou a demorar demais. Para piorar, ele estava sem telefone pois o perdera no carro do Gohan. Quando deu 15 h, me desarrumei. Afinal, para que iríamos se a inscrição do concurso de cosplay certamente já teria encerrado.

Contudo, passando um pouco das 16 h, me toca o interfone e havia um senhor de idade me esperando para me levar ao evento. Achei muito estranho e fiquei até preocupada. Afinal, quem seria o tal senhor? Ao descer, era o marido da costureira, que estava fazendo a gentileza de nos levar ao evento. Subi, me arrumei novamente e lá fomos nós ao Colégio Marista São José. Fui dando a direção ao motorista, pois ele não sabia exatamente onde era o local do evento.

Ele demorou todo esse tempo pois a roupa estava inacabada e acabou indo assim mesmo. Faltavam os babados e arrumar o cinto vermelho. Como a roupa não ficou pronta a tempo, a costureira não vai cobrar a mão de obra até então e nem para terminar a roupa. Chegando lá, mesmo ainda sem a maquiagem, fez o maior sucesso. Tinham algumas garotas que tinham um inexplicável medo de palhaço. Seria algum medo imposto pelos pais delas?

O evento estava mais vazio do que eu imaginava. Talvez tenha tido esta impressão por ter chegado lá por volta das 16:30. Vi foi muitos homossexuais e lésbicas, coisa que não tinha visto no Aquecimento Anime Family. Logo ao chegar insisti para que o Thiago comesse algo pois ele estava somente com o café da manhã na barriga. Ele acabou comendo um refrigerante e um salgado na cantina do colégio.

Nos poucos estandes que visitei não vi nada de muito interessante. Não deu para ver muita coisa pois estava esperando o Thiago se maquiar. Enquanto isso, fui abordada por um rapaz dizendo que tinha um amigo interessado em mim. Todavia, ao saber que eu tinha namorado e que ele estava ali, se desculpou e foi embora. Quando apenas estava de pancake branco, parecia o Michael Jackson. Ele teve problema com o vermelho dos lábios, pois estava sem o apontador para o lápis de maquiagem. Sorte que uma amiga dele pôde improvisar com um batom. A cor não ficou 100 %, mas deu para quebrar o galho.

Se enquanto se maquiava já fazia sucesso, imagina quando terminou. Todo mundo queria tirar foto com ele. Seu trabalho foi facilitado porque o outro cosplayer que se veste de Bozo, o Felipe, não foi. Algumas pessoas até acharam que ele era o Felipe. O ginásio parou quando ele entrou lá. Não deu para fazer quase nada por causa disso. Sem falar que ele sabe interpretar muito bem o personagem. Cheguei só a procurar camisas de "Os Cavaleiros do Zodíaco", sem achar nada que me interessasse.

Embora proibido durante o evento, vi gente fumando cigarro e até mesmo maconha em um canto. Um dos maconheiros já foi logo dando em cima de mim. Falei que estava com meu namorado e fui embora. Teve também um rapaz perguntando se podia apertar a bunda do Bozo. Mas que coisa mais sem graça!

Quando chegou às 19 h, hora do fim do evento, sugeri ao Thiago que voltasse de Bozo pelas ruas. Fez o maior sucesso! Todo mundo acenava para ele. Até autógrafo no bar ele deu. Um dos caras que bebia até percebeu que ele não era o maior palhaço do mundo de verdade. Contudo, o outro devia estar tão bebum que nem percebeu. Ele também sempre parava para mexer com as crianças.

Ao ver um carro da polícia, ele fez questão de passar perto. Os policiais deram risada e acenaram para ele. Deve ter sido a maior piada na delegacia. Já ao chegarmos em casa, minha mãe realmente achou que ele ficou bem fiel ao personagem. Por causa disso tudo, quase não deu tempo para ficarmos juntos. Assim que puder, coloco as fotos dele e dos demais cosplayers no meu Orkut.

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