Pantera Cor de Rosa

Este é o blog de Juliana Carpes Imperial, mais conhecida pelos desconhecidos como a Pantera Cor de Rosa por volta e meia ir correr toda de rosa.

Domingo, Dezembro 27, 2009

Lista de Desejos para 2010


2010 vem chegando e eu tenho muitos dejejos. Vejam alguns deles em relação ao atletismo:
  • Não me contundir;
  • Fazer os 10.000 m abaixo dos 42 min;
  • Fazer os 5.000 m abaixo dos 20 min;
  • Fazer os 1.500 m abaixo dos 5:30;
  • Fazer os 8 Km da Copa Rio de Cross Country abaixo dos 36 min;
  • Fazer a São Silvestre abaixo de 1 h e 10 min;
  • Ganhar mais massa muscular e ficar com mais de 27 Kg;
  • Perder massa gorda, ficando com 12,5 % de gordura;
  • Ganhar sorteios em corridas (seria algo inédito!);
  • Conseguir vários pódios;
  • Tops e meias de corrida;
  • Sapatilha de pregos para correr os 1.500 m rasos;
  • Que os dias estejam bem gelados quando houver competições;
  • Que as corridas forneçam bastante comilança saudável, e
  • Que as corridas sejam mais baratas, pois estão muito caras.
Com relação ao Thiago, eu quero:
  • Que ele passe na prova dos Correios;
  • Que ele se transfira para uma universidade pública;
  • Que ele faça sucesso com os seus cosplays;
  • Que consiga comprar todos os jogos de video game de que gosta;
  • Que consiga comprar o Dalion;
  • Que consiga comprar todos os DVDs de tokusatsu de que gosta;
  • Que passe a comer legumes, frutas e verduras em grande quantidade;
  • Ficar noiva, e
  • Que ele me faça muito feliz.
Com relação ao trabalho, eu quero:
  • Passar no concurso público para ser professora da UFF;
  • Publicar bons artigos em relação ao projeto do Telemedicina;
  • Estabilizar de vez o Litebase, e
  • Que a SuperWaba possa crescer muito como empresa.
Com relação a bens espirituais, eu quero:
  • Ser mais paciente, humilde, caridosa, piedosa, flexível, etc, e
  • Ser menos orgulhosa, egoísta, vaidosa, rancorosa, vingativa, insensível, etc.
Com relação a saúde, eu quero:
  • Operar a vista e passar a enxergar bem;
  • Regularizar a minha menstruação;
  • Acabar com a minha rinite alérgica, e
  • Acabar com as minhas coceiras.
Com relação a bens materiais, eu quero:
  • Os DVDs das Tartarugas Ninja originais do volume 7 em diante;
  • O Lost Canvas em anime e mangá;
  • A trilha sonora original dos Cavaleiros do Zodíaco e do Lost Canvas;
  • Os game books dos jogos do Nintendo dos Cavaleiros do Zodíaco;
  • Os novos CDs do Make-Up;
  • Os CDs de música da série Final Fantasy do volume 4 em diante;
  • O CD Ritual do Shaman;
  • Diablo 3 e Sacred 2;
  • Vestidos, calças, bermudas e sapatos novos;
  • Um bom óculos escuro;
  • Um gravador de DVD;
  • Uma mochila nova;
  • Depilação geral a laser;
  • Me hospedar no Hotel Porto Bello durante o XTerra.
É muita coisa. Se você quiser colaborar com um $$ e me ajudar na parte material, eu agradeço. Também agradeceria muito se orasse por mim para que eu me torne uma pessoa melhor e consiga realizar meus sonhos se eu os merecer.

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Quinta-feira, Dezembro 24, 2009

XTerra Trail Nigth Run 2009


No ano passado não pude correr essa corrida porque estava me recuperando de lesão e não poderia me arriscar. Sem falar que como a corrida passara a ser à noite, teria que ficar hospedada no Hotel Porto Bello ou em algum hotel adjacente pois não teria como voltar de lá de ônibus de rodoviária tarde da noite. Ou seja, a aventura sairia muito cara. Se eu ao menos tivesse alguém para me levar de volta ou para dividir quarto comigo, tudo ficaria mais fácil.

Para minha felicidade, em 2009, embora eu estivesse ainda rechonchuda por ter voltado de férias há pouco tempo, colocaram um ônibus executivo para nos levar e trazer do hotel. E estava barato, custando R$ 30,00. Só de ida, se eu fosse pela Viação Costa Verde, pagaria R$ 34,00. Obviamente que aceitei no ato e fiz a minha inscrição. Confesso que gostaria de poder ficar hospedada no hotel. Mesmo estando muito caro, o hotel lotou e só havia vaga nos hotéis das redondezas. Também, esse pessoal de triatlon costuma ser muito rico. Não sei se o Thiago poderia ir comigo me acompanhando no ônibus se eu já namorasse com ele.

Uma preocupação minha era com tomar banho depois da corrida. Porém, ao perguntar ao organizador se haveria essa possibilidade, disseram que não. Mesmo assim, coloquei itens de banho em minha mochila. Não queria ter que tomar banho em casa depois de estar muito cansada. Em 2007, se eu tivesse ido previnida, poderia ter tomado banho na sauna do hotel.

No dia da partida, estava um baita sol. Foi difícil achar de onde sairia, pois o parque dos patins, o local combinado, é muito grande. Quando chegou o ônibus, me espantou o fato de ter pouca gente esperando, pois tenho uma amiga que não conseguira vaga no ônibus. Ela até estava lá e conseguiu a vaga no ônibus. Mas desistiu e foi de carro. Acabou que o ônibus foi bem vazio. Ao contrário do ônibus da Costa Verde, tinha banheiro e refrigerador com água gelada. Pena que a máquina de café estava vazia.

Eu, que sou previnida, levei meu macarrão. É chato comer comida não muito quente, mas fazer o quê? O pessoal que chegou lá teve uma desagradável surpresa: quem não estava hospedado não poderia consumir no bar do hotel. E olha que era pago. Isso simplesmente não me faz sentido. Eles poderiam botar um preço mais alto para quem é de fora. Esse pessoal com certeza passou fome. Eu, se pudesse, pagaria um cafezinho para ficar mais desperta. Aliás, era apenas isso o que muita gente queria fazer. Infelizmente não conhecia nenhum hóspede que pudesse me ajudar com isso.

Assim que chegamos, fomos pegar os kits da corrida, que estavam bem caprichados. Só lamento o fato de eles terem dado camisas e não camisetas, apesar de serem bem bonitas e duráveis. Depois, fui fazer umas compras, comprando um chaveiro do hotel para minha mãe na lojinha e uma toca impermeável, com o lado de fora de silicone e o lado de dentro de pano na feira do evento. Queria comprar outras coisas, como tops e maiôs, mas os altos preços me fizeram desistir.

Ao contrário de 2007, não poderíamos usar a sauna nem o banheiro do hotel, somente os banheiros químicos. Ou seja, teria de voltar toda preta para casa. Para impedir que algum não hóspede usasse as instalações do hotel, seguranças com cara de mau estavam de plantão na porta do banheiro e da sauna. Mas poderia jantar e almoçar no hotel em um determinado setor com os preços mais em conta. Eles bem que poderiam ter oferecido um serviço de banho e permitir usar o bar.

Antes da corrida, tirei muitas fotos e fucei o hotel todo. Logo após a retirada do kit, conheci os feras de corrida em montanha. Um deles me falou que a lesão de para de ganso era causada por correr em asfalto, algo de que já suspeitava. Ele me mostrou como ligar a lanterna de cabeça, já que as pilhas lá dentro não estavam com as polaridades corretamente encaixadas. Todos os feras da modalidade estavam presentes ali, mesmo não havendo premiação em dinheiro.

Quando começou a ficar escuro, não pude mais tirar fotos e fiquei no porto dos iates, onde estavam algumas pessoas que tinham ido só para a corrida. Bem que alguém poderia me convidar para dar uma volta. Ou então, seria bom ter dinheiro para pegar o eco taxi que flagrei em uma de minhas fotos.

Chegando a hora da corrida, guardei meus pertences e fui me aquecer. Liguei a lanterna para fazer uns testes e achei que iluminava bem. Me posicionei bem lá para frente. Me chamou a atenção o fato de a fera de corridas em montanha, Luzia, ser gordinha. E também o fato de muita gente correr com roupas justas e meias compridas. Eram roupas dessas cheias de tecnologia que ajudam os músculos e a manter a temperatura corporal. Como já disse antes aqui, morreria de calor se tivesse que usar esse tipo de roupa.

Dada a largada, o início era em asfalto. Tive que moderar pois minha frequência cardíaca estava alta demais. O nervoso e a falta de forma falavam alto. Nessa parte, havia a iluminação do hotel que ajudava. Porém, ao entrar na parte da fazenda, só contávamos praticamente com nossas lanternas de cabeça. E também com as de alguns membros do staff. De resto, era um breu só. Foi aí que eu percebi que as lanternas que nos deram eram furrecas. Sem falar que, de acordo com o meu massagista que faz trilha a noite, quem não tá acostumado costuma direcionar a luz quase nos pés, quando o certo é colocá-la uns 10 m a frente. Eu, sem saber isso no dia, coloquei-a logo em frente a meus pés.

Como eu enchergo mal, e no escuro a coisa piora muito, acabava que eu desacelerava com medo de não saber onde estava pisando quando o terreno era muito irregular. Obviamente, perdi posições preciosas com isso. Desta vez, ao contrário de 2007, teve vários rios, sendo que um deles era fundo. Na saída de um deles, sofri 2 quedas. Caí, demorei a me levantar e caí de novo, sujando minhas mãos de lama. Nisso umas duas mulheres me passaram.

Teve uma hora que passávamos perto de um curral e pude ver as vacas brancas se aproximando e fazendo barulho. Isso me lembrou a Moo Moo Farm, um dos easter eggs de Diablo 2. Ainda ali, sofri mais uma queda, mas desta eu me levantei rapidamente. Pelo menos, se algo me acontecesse, havia ambulâncias em vários pontos.

Durante o percurso, eu ouvia uma canção de guerra. Achava que poderíamos estar perto de um quartel ou algo assim. Ou então, talvez militares estivessem acampados fazendo treinamento. Como o som começou a ficar mais alto, achei que um dos corredores era milico. Todavia, eu estava enganada. O canto vinha de um membro do staff. Ele repetia: "A PM patrulha a noite inteira...". Certamente era um PM tomando conta da corrida. Deu vontade de dizer que era mentira. Desde quando se vê PMs por aí durante a noite. Se fosse verdade, o Rio de Janeiro não seria tão violento. Conversando com um cara depois da corrida, ele falou que havia também um cara da marinha no staff. E eu conheço um cara que afirma ser policial civil que disse que havia sido chamado para o staff mas que não iria. Pelo visto, eles sairam chamando um monte de gente da área da segurança. Talvez os tenham chamado para alguma emergência. Cortar caminho ali naquele escuro seria impraticável.

Quando voltou o asfalto, aproveitei e fui com tudo, ganhando algumas posições entre homens e mulheres. Terminei os 9 Km em 48:39. Apesar de aguardar a premiação por faixa-etária, sabia que dificilmente conseguiria algo. Acabou que fui a 170° no geral absoluto, 19° geral e a 5° da faixa-etária. Se eu estivesse em forma, teria conseguido uma colocação bem melhor.

Ao chegar, me enchi de maçã, Gatorate e RedBull. Foi tanto que nem precisaria jantar. Acabou que eu comecei a tremer de frio porque as bebidas estavam muito geladas. O campeão veio comemorar comigo, me abraçando e segurando uma enorme bandeira. Uns caras que estavam lá ficaram insistindo para que eu ficasse para a festa que ocorreria depois do evento e que me levariam de van. Eu é que não sou louca de voltar para casa com gente que nunca vi mais gorda.

Enquanto aguardava as premiações, me alongava. Depois fui ver a classificação e conversei um pouco com um dos organizadores da corrida, a quem pedi uma maneira de tomar banho da próxima vez. Se bem que seria complicado oferecer banho a umas 1000 pessoas. Fico me perguntando se esse tipo de evento é vantajoso ao hotel, pois outros hóspedes que nada têm a ver com a corrida podem se incomodar com a muvuca.

O guia do ônibus demorou a aparecer para nos levar de volta. Ele teve que ser "buscado" na organização. Uma garota voltou de pé engessado, possivelmente quebrado. Sorte que nada aconteceu comigo. Já meu amigo Gilson sofreu uma distensão próxima a um tendão do joelho. Mesmo assim, ele correu bem, ficando em 4° em sua faixa-etária. Porém, até hoje ele não recuperou completamente a forma.

Na volta tive que ir várias e várias vezes ao banheiro por causa do exceço de líquidos que eu ingerira ao final da corrida. E como o ônibus estava muito frio, eu bem que tentei cochilar mas não conseguia. Para espantar o frio, me cobri com uma toalha.

Pedi para saltar na Leopoldina e fui com um grupo até a rodoviária Novo Rio. O pessoal ia tentar pegar um ônibus urbano, contudo não havia um ônibus no terminal. Chamei um taxi da TeleUrca e voltei sã e salva para casa. Não fui dormir sem antes tomar um banho. No dia seguinte, fui trotar por volta das 12 h e adivinha quem cruzou o meu caminho: o capiroto em pessoa!

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Terça-feira, Dezembro 15, 2009

Anime Family - 13/12/2009


Minha mãe comprara os ingressos para mim e para o Thiago com bastante antecedência e dificuldade no curso de idiomas Yázigi. O problema é que ele queria ir no domingo, que é o dia que lota mais mesmo não tendo cantores japoneses.

A princípio, o Thiago ia de Seiya. Porém, de última hora, resolveu ir de Bozo. O problema é que estava muito em cima da hora mesmo. Das costureiras boas que ele conhece e não cobram caro, uma estava doente e a outra, atarefada demais para o evento e, ainda por cima, acabou tendo sua máquina de costura quebrada. Acabou que ele conseguiu achar uma outra ótima costureira que faz cosplays, a tia Mara. Só que essa também estava cheia de trabalho para o evento.

No sábado, véspera do evento, o Thiago, ao invés de vir me visitar, foi provar a roupa e ainda faltavam uns detalhes. Por isso, no domingo, ele foi lá antes de vir me buscar para irmos a pé até lá. Só que ele começou a demorar demais. Para piorar, ele estava sem telefone pois o perdera no carro do Gohan. Quando deu 15 h, me desarrumei. Afinal, para que iríamos se a inscrição do concurso de cosplay certamente já teria encerrado.

Contudo, passando um pouco das 16 h, me toca o interfone e havia um senhor de idade me esperando para me levar ao evento. Achei muito estranho e fiquei até preocupada. Afinal, quem seria o tal senhor? Ao descer, era o marido da costureira, que estava fazendo a gentileza de nos levar ao evento. Subi, me arrumei novamente e lá fomos nós ao Colégio Marista São José. Fui dando a direção ao motorista, pois ele não sabia exatamente onde era o local do evento.

Ele demorou todo esse tempo pois a roupa estava inacabada e acabou indo assim mesmo. Faltavam os babados e arrumar o cinto vermelho. Como a roupa não ficou pronta a tempo, a costureira não vai cobrar a mão de obra até então e nem para terminar a roupa. Chegando lá, mesmo ainda sem a maquiagem, fez o maior sucesso. Tinham algumas garotas que tinham um inexplicável medo de palhaço. Seria algum medo imposto pelos pais delas?

O evento estava mais vazio do que eu imaginava. Talvez tenha tido esta impressão por ter chegado lá por volta das 16:30. Vi foi muitos homossexuais e lésbicas, coisa que não tinha visto no Aquecimento Anime Family. Logo ao chegar insisti para que o Thiago comesse algo pois ele estava somente com o café da manhã na barriga. Ele acabou comendo um refrigerante e um salgado na cantina do colégio.

Nos poucos estandes que visitei não vi nada de muito interessante. Não deu para ver muita coisa pois estava esperando o Thiago se maquiar. Enquanto isso, fui abordada por um rapaz dizendo que tinha um amigo interessado em mim. Todavia, ao saber que eu tinha namorado e que ele estava ali, se desculpou e foi embora. Quando apenas estava de pancake branco, parecia o Michael Jackson. Ele teve problema com o vermelho dos lábios, pois estava sem o apontador para o lápis de maquiagem. Sorte que uma amiga dele pôde improvisar com um batom. A cor não ficou 100 %, mas deu para quebrar o galho.

Se enquanto se maquiava já fazia sucesso, imagina quando terminou. Todo mundo queria tirar foto com ele. Seu trabalho foi facilitado porque o outro cosplayer que se veste de Bozo, o Felipe, não foi. Algumas pessoas até acharam que ele era o Felipe. O ginásio parou quando ele entrou lá. Não deu para fazer quase nada por causa disso. Sem falar que ele sabe interpretar muito bem o personagem. Cheguei só a procurar camisas de "Os Cavaleiros do Zodíaco", sem achar nada que me interessasse.

Embora proibido durante o evento, vi gente fumando cigarro e até mesmo maconha em um canto. Um dos maconheiros já foi logo dando em cima de mim. Falei que estava com meu namorado e fui embora. Teve também um rapaz perguntando se podia apertar a bunda do Bozo. Mas que coisa mais sem graça!

Quando chegou às 19 h, hora do fim do evento, sugeri ao Thiago que voltasse de Bozo pelas ruas. Fez o maior sucesso! Todo mundo acenava para ele. Até autógrafo no bar ele deu. Um dos caras que bebia até percebeu que ele não era o maior palhaço do mundo de verdade. Contudo, o outro devia estar tão bebum que nem percebeu. Ele também sempre parava para mexer com as crianças.

Ao ver um carro da polícia, ele fez questão de passar perto. Os policiais deram risada e acenaram para ele. Deve ter sido a maior piada na delegacia. Já ao chegarmos em casa, minha mãe realmente achou que ele ficou bem fiel ao personagem. Por causa disso tudo, quase não deu tempo para ficarmos juntos. Assim que puder, coloco as fotos dele e dos demais cosplayers no meu Orkut.

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Sábado, Dezembro 05, 2009

Forma Física - 03/12/09



Avaliação física na Protreína
Peso: 50,9 Kg
Altura: 1,63 m
Peso teórico mínimo: 49,7 Kg
Peso teórico máximo: 63,2 Kg
IMC: 19,2

Dobras Cutâneas

Tríceps: 09.0 mm
Supra-Espinhal: 04.0 mm
Sub-Escapular: 07.5 mm
Perna: 07.0 mm
Axiliar: 4.5 mm
Peitoral: 03.0 mm
Supra-Ilíaca: 04.0 mm
Abdominal: 6.5 mm
Coxa: 20.0 mm

Composição Corporal

% de gordura (Pollock 7 dobras):
13,0 %
Peso de gordura:
06,6 Kg
Peso muscular:
26,4 Kg
Peso ósseo:
07,3 Kg
Peso residual:
10,6 Kg
Peso livre de gordura:
44,3 Kg
Somatório das dobras:
54,5

Parâmetros Ósseos

Fêmur:
79,0
Úmero:
54,0
Rádio:
41,0
Categoria do Somatotipo:
Ectoformo equilibrado

Perimetria

Quadril:
90,5 cm
Peitoral:
82,0 cm
Cintura:
63,5 cm
Abdomem:
69,0 cm
Relação cintura-quadril:
0,7
Braço contraído:
23,0 cm / 23,0 cm
Ante braço:
20,0 cm / 20,5 cm
Coxa média:
44,5 cm / 45,0 cm
Coxa inferior:
35,0 cm / 36,0 cm
Perna:
34,0 cm / 34,0 cm

Taxa Metabólica Basal

TMB:
1272
TMB/h:
53

Controle da Frequência Cardíaca

Emagrecimento:
114 bpm 133 bpm
Performance:
133 bpm 152 bpm
Competição:
152 bpm 171 bpm

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Terça-feira, Dezembro 01, 2009

Corrida Pan-Americana 2009


O Thiago bem que chegou a se inscrever no site da corrida, mas estava sem $$ e acabou não homologando sua inscrição na prova. Se tivesse me avisado a tempo, poderia ter feito isso por ele. Se bem que ele deveria ter se inscrito nos 5 Km, não nos 10 Km. De qualquer forma, ele me ajudou com a promoção do Torrone Montevérgine, comprando e comendo 3 unidades para tirar a foto no painél e concorrer a um prêmio infantil, que venderíamos se ganhássemos. Infelizmente, ele perdeu uma das embalagens, o que fez com que só pudéssemos concorrer com 2 delas.

Na véspera da corrida eu não dormi bem. Demorei a dormir e tive sono leve. Não sei se foi ansiosidade, hormônios femininos baixos ou o calor que tem feito. Talvez a ansiedade tenha elevado meu cortizol, que já deu acima do normal em um exame, o que definitivamente não é bom. Só sei que por causa desse calor não tenho conseguido treinar bem, principalmente nos treinos longos. Começo a ter dores de barriga e desidratação, mesmo bebendo bastante água.

No dia, em 29 de novembro, estava me sentindo um pouco entorpecida. O Thiago chegou por volta das 6:15 e fomos para o Aterro do Flamengo. A primeira coisa que fizemos ao chegar foi tirar a foto no painel, antes que ficasse com fila. Pena que não poderíamos tirar 2 fotos, já que tínhamos 2 embalagens.

Como a corrida não estava muito vazia e não era "elitista" (com maioria absoluta de pessoal de academia e personal trainers), não dava para correr de sunguinha, algo que ficou restrito a fotos. O tempo estava nublado, mas muito abafado. Fui me aquecer e sentia que estava fazendo força para correr, ao contrário do que ocorreu na semana passada.

Já o Thiago estava visivelmente chateado por não estar inscrito, principalmente por ver que quase todo mundo ali estava indo correr e ele não. É que ele não sabe o que é estar lesionado e ver todo mundo correr não poder nem andar direito. Eu nem gosto de assistir provas de corrida e de atletismo quando estou quebrada para não ficar triste.

Na hora da largada, tinha bastante gente, mas muito longe das 6.000 pessoas que a organização anunciava. Fiquei mais para frente na hora da largada sem grandes problemas e não vi nenhum empurra-empurra.

Dada a largada, me mantive junto com outra garota, treinada pela Janete Mayal. Minha frequência cardíaca estava alta e eu estava achando que estava num ritmo forte. Durante uma subida logo no início, no trevo dos estudantes, o Zé Luiz, dirigente da FARJ e policial aposentado, dava uma baita bronca naqueles que passavam pela grama, dizendo que iria desclassificá-los. Me chamou a atenção o número de pessoas que saem atrasadas para evitar a muvuca na largada. Nessa corrida isso até que dá certo. Já na São Silvestre, com 20.000 pessoas só contando as inscritas, é pedir para ficar encaixotado.

Ao passar pelo Km 2, vi que não estava nenhum pouco forte: 9:26. Fiquei estarrecida. E foi assim o resto da corrida toda: 4:40.8; 4:40.9; 4:40.3; 4:26.1; 5:06.1; 4:38.8; 5:23.0. Pelos tempos dos quilômetros, acredito que algumas marcações estejam erradas. Não passei mal ou coisa semelhante. Simplesmente não conseguia correr. Até no treinão Adidas Sport for Life, cansada, com tênis alto e camisa enorme, corri melhor. Também atrapalharam a subidinha no início, o calor (cheguei a me sentir um pouco desidratada durante a corrida) e a ventania contra no trecho final, que chegou a derrubar as bandeiras de velocidade por Km hasteadas na largada.

Ao chegar, não encontrei o Thiago. Sai trotando e fui procurá-lo. Cheguei a pedir para o cara do microfone chamá-lo e nada. Não é que ele resolveu correr também, só que sem se aquecer e se alongar? O encontrei quando estava chegando. Ele deixara suas coisas com um casal desconhecido que já estava indo embora lá no MAM. Teria sido muito mais seguro se tivesse me pedido para guardas as coisas no gaurda-volumes.

Após isso, aguardamos o sorteio e fomos tentar comer algo mais. Com isso, bebemos mais Gatorate e consegui mais um lanche. Dei os dois mini torrones e os dois mini pães de mel para ele. Guardei as 2 maçãs, comi as 2 barras de cereal e devo ter tomado uns 4 copos de Isotônico. Confesso que achei pouco para o lanche da corrida. Ele até tentou algo mais mas não conseguiu. Já que tinha sobrado muito, eles poderiam ter dado para quem quisesse. Porém, os vi guardando os lanches e as medalhas que sobraram. O pessoal do Gatorate também saiu cedo. Na distribuição dos lanches encontrei uma velha amiga, a Angelita. Ela teve outro filho e, por isso, deu um tempo nas corridas. Se na barraca dela já não tivessem distribuído tudo, tentaria conseguir algo com ela.

Durante a corrida e no ônibus, o Thiago sempre ficava revoltado com os caras que me olhavam. Contudo, o que ele poderia fazer? Mesmo que fosse um cara fortão, não seria uma boa ideia arrumar briga com esses tarados que não respeitam a mulher alheia. Queria ver se eles iriam gostar se olhassem para as mulheres deles.

Chegando em casa, o pé dele ficou inchado no peito do pé. Coloquei gelo. Ele achou que doeu muito, mas não tem outro jeito. Ele vai ao ortopedista em uma clínica perto de sua casa para ver o que aconteceu. Seu problema foi correr sem se preparar adequadamente.

Meio a contra-gosto, o pesei. Deu 47,1 Kg. Ou seja, está magro demais. Por isso, fiz uma super vitamina de banana com aveia e o fiz tomar todos os 3,5 copos. E não parou por aí. Se eu sou considerada magra com meus 49,8 Kg, imagina ele, que é homem e mais alto do que eu. Não é só ele que não gosta de ser pesado. O meu gato Nicky começa a choramingar quando o levamos para a balança para que não saibamos o quanto está gordão.

As fotos serão postadas em breve no meu Orkut. Tiramos algumas fotos em casa, onde eu dei uma de Cammy de Street Fighter. Não é que sou mesmo parecida com ela. Para mais detalhes da corrida, acesse o site aqui. Vendo o resultado no mesmo dia, vi que tinha feito 48:03 (que vergonha, meu pior resultado dos 10 Km da minha vida!), ficando em 363° no geral absoluto, 33° no geral feminino e 4° na minha faixa-etária. Minha frequência cardíaca média foi de 176 bpm. Ou seja, fiz muito esforço, sendo que o calor e a ansiedade também ajudam a elevá-la.

Para concluir este texto, gostaria de fugir um pouco do assunto e falar o quanto estou feliz com o meu namoro, que vai completar 3 meses no dia 5 de dezembro. Finalmente encontrei alguém que me compreende por inteiro, que é parecido comigo e que aceita meus defeitos como são e não fica dizendo que não os tolera, assim como aceito e tolero os seus. Todavia, isso não quer dizer que não queremos nos tornar melhores e sim que admitimos nossas próprias imperfeições. Quero ainda dizer que além de um amor profundo, vivemos em harmonia, por gostarmos de coisas semelhantes e pensarmos de forma parecida. Embora não sejamos idênticos, respeitamos nossas diferenças. Vivemos um amor saudável, sem uma paixão doentia, que é tudo, menos um amor verdadeiro. Respeitamo-nos mutuamente e não brigamos, e espero que isso continue assim pelo resto de nossas vidas. Como somos seres ainda imperfeitos, não sabemos ainda o verdadeiro significado do amor, mas esforçamo-nos sinceramente para encontrá-lo, praticá-lo mutuamente e para com os outros.

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