Pantera Cor de Rosa

Este é o blog de Juliana Carpes Imperial, mais conhecida pelos desconhecidos como a Pantera Cor de Rosa por volta e meia ir correr toda de rosa.

terça-feira, janeiro 17, 2012

Corrida e Caminhada da Superação - Petrópolis


No sábado, dia 17/12, eu fui pegar o kit em Petrópolis. Tinha muita gente indo para lá fazer compras. O difícil foi achar o local por lá. A secretaria de esportes, local de retirada do kit, ficava dentro da de educação. Porém, só a placa da segunda estava visível. Nem numeração havia. Puseram um cartaz na porta falando que ali era o local de retirada de kit. Só que era muito pequeno e só dava para ser visto de muito perto.

Desta vez, apesar de ter processado as inscrições, a Allen Esportes não iria fazer a cronometragem. Ou seja, a corrida teria um chip normal, no pé mesmo. Tenho a impressão de que a Allen Esportes não mais cronometrará as corridas da FARJ. Primeiramente porque seu botton saiu do site da Federação de Atletismo. Segundo, porque nas últimas corridas não fizeram os vídeos bonitinhos de sempre.

Só sei que na próxima vez me recuso a ir de véspera pegar o kit. A viagem, além de cara, é muito cansativa.

Por estar cansada da corrida do dia anterior e ainda por cima quase não ter dormido, estava morta. Pior, tive que acordar cedão e pegar um taxi para a rodoviária, já que o ônibus para Petrópolis de 6:30 já estava lotado desde o dia anterior, quando comprei o bilhete. Achava que era por causa da corrida. Ledo engano. Era por um concurso de professores. Lá deve pagar melhor para tantos professores do Rio quererem dar aula lá.

Eu até tentei dormir no ônibus. Mas quem foi que disse que eu consegui. Ao menos cheguei bem cedo e não precisei pegar um táxi até o local da largada como da outra vez. Ao chegar ao ponto de referência, o palácio de cristal, ainda tive que achar o escondido local de largada.

Ao contrário do Rio, estava fazendo muito frio e chovendo em Petrópolis. Só que eu não tinha ido preparada para isso. Conclusão, passei o maior frio lá. Para correr, tudo ótimo. Mas não para ficar parada ou me aquecer.

Fui novamente muito bem recebida pelo pessoal da organização. Até o presidente da FARJ, o Lancetta, comentou brincando: "Ela veio!". Ele é bem simpático comigo. Só o cara que correu ao meu lado na corrida de véspera e a campeã da outra estavam lá.

Se eu cheguei a dormir um pouco em casa, não posso dizer o mesmo do pessoal da organização. Eles saíram da Vila Militar e chegaram lá por volta de 1 h da madrugada e ficaram acordados preparando tudo desde então. Até o apresentador estava lá com a maior cara de sono.

Lá eu arrumei um local para me alongar mais quentinho, junto da organização. O local escolhido, um casarão de época, estava meio abandonado e um tanto sujo. Como não tinha muita gente, deu para pedir à organização para guardar a minha camiseta antes da largada.

Novamente havia vários cachorros empolgados com a corrida assim como aconteceu na Etapa Petrópolis do Circuito Fluminense. Um deles se excedeu e derrubou a grade para ir atrás de um atleta da Pé de Vento, que tomou o maior susto.

A largada demorou um pouco porque esperavam os deficientes se posicionar. O chato é que estava muito frio para ficar parada. Dada a largada, o início foi basicamente descida. A primeira, a Jéssica da Pé de Vento, foi embora. Eu sentia muito o cansaço e estava com um pouco de cãibras nas panturrilhas no início. Fiz toda a força que podia na ida e na volta. As quilometragens estavam totalmente erradas. No final, fiz o percurso em 16:57, sendo a 42º no geral absoluto e 2º no feminino. No final, quase que uma mulher me alcança. Por incrível que pareça, mesmo cansada e tendo subida no percurso, corri melhor do que de véspera.

Fui direto para a mesa de comilança e ataquei as tangerinas. Lá, fiquei sabendo por um atleta local que a corrida teve 3,8 Km e não os 4 Km anunciados. E acompanhava o chocolate que o Santos infelizmente levava do Barcelona.

Estava eu curtindo as tangerinas quando me chamaram para o pódio. Não demoraram muito a desmontar a mesa, infelizmente. Ao menos consegui uma capa de chuva bem quentinha para voltar para casa. Se eu estivesse de carro, levaria uma melancia daquelas desenhadas. Deve até dar pena de comer. Todavia, assim como eu acabo com os bolos com belos desenhos, devoraria a melancia também.

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