Pantera Cor de Rosa

Este é o blog de Juliana Carpes Imperial, mais conhecida pelos desconhecidos como a Pantera Cor de Rosa por volta e meia ir correr toda de rosa.

domingo, novembro 22, 2015

11º Corrida e Caminhada de Confraternização pela Reconstrução do Estádio de Atletismo Célio de Barros

Depois da louca aventura no morro, uma corrida normal, de 3,9 Km, na semana seguinte, no dia 22/11. Fiz minha inscrição com certa antecedência, já que cada vez mais a procura dela é maior. Engraçado é que o Paulinho do Coco ficava o tempo todo perguntando se eu já estava inscrita e não adiantava eu falar que sim que ele perguntava novamente. Ao me encontrar com ele no dia, ele falou que era para fazer propaganda do evento.

A semana anterior não fora boa para mim. Todo mundo em casa doente, gente gripada em meu trabalho e tome de choque térmico e variações climáticas... Não deu outra e minha garganta inflamou. Meu nariz não chegou a ficar ruim, mas tive más noites de sono, acordando várias vezes com mal-estar e a garganta incomodando. Cheguei até mesmo a perder a fome, algo muito raro de acontecer.

No dia, acordei às 6:40 e fui trotando até a largada por volta das 7:10. Me sentia mole e pesada. Imagina se eu estivesse muito gripada, o que não sentiria?

Desta vez deu muita, mas muita gente mesmo! Isso é muito bom para a causa. Para dificultar as coisas para o meu lado, o Vasco trouxe vários atletas. Achava difícil conseguir pódio. Simplesmente botei na cabeça que iria para a morte. Não haveria outro jeito se quisesse algo.  

Nesta edição o Cel. Rabelo não pode vir por estar em Brasília lutando por um salário melhor e mais justo para os policiais. Então, quem comandou foi o Cordeiro. Antes de dar a volta de aquecimento deixei minhas coisas com a secretária Graça. Por causa do show do Peal Jam, havia grades em torno da ciclovia que faria com que não a seguíssemos totalmente, sendo que em alguns pontos o percurso ficou apertado.

Dada a largada, com um pouco de atraso por causa dos inscritos de última hora, saí com todas as minhas forças. Logo de cara pensei em parar, pois sentia uma total falta de forças. Não sei o que me fez continuar. Como pode um princípio de gripe derrubar tanto assim uma pessoa?

Eu sempre fui pela pista da ciclovia onde dava, que é o certo para dar quase 4 Km (mais precisamente 3,9 Km) coisa que as meninas do Vasco e a maioria das pessoas não fizeram. Eu passei por algumas delas e via outras próximas. Só fui olhar para o relógio mais para o final. Simplesmente o ignorei, coisa que não costumo fazer. Só me passava pela cabeça tentar passar as duas mais próximas.  Não consegui fazê-lo. Porém, bati meu recorde do percurso fazendo os 3,9 Km em 16:50, chegando em 5º lugar. Poderia ter sido melhor também se não tivesse o pedaço apertado onde deu um ligeiro engarrafamento na 1º volta. Nesta edição, embora não tenha dado para seguir a ciclovia em sua totalidade, havia trechos onde não dava para fazer a tangente justamente por causa das grades. Além disso, a chegada foi um pouco para frente da largada. Com isso, meu GPS marcou 3,94 Km.

Ao chegar me joguei no chão e fiquei algum tempo lá. Estava absolutamente esgotada. Se no morro não dei tudo de mim, hoje eu o fiz. Se estivesse num dia bom, dava para ter sido a 3º. Ela estava a uns 10 s de mim, chegando quase junto com a 4º. Se não tivesse me matado, não pegaria pódio. Afinal, a sexta (também do Vasco) e a sétima chegaram pouco depois de mim.

Quando me levantei caí de boca no abacaxi. E tome de abacaxi! Fui conversar com um pessoal que correu no Santa Marta na semana anterior. Todo mundo repetia que fora loucura loucura! Alguns correram também no Jacarezinho e disseram que lá não tiveram o apoio dos moradores. Também conversamos sobre o motivo do adiamento da eletrizante corrida do Santa Marta.

Na hora do pódio, tanto no masculino quanto no feminino havia 3 atletas do Vasco no pódio. Mais ainda, quem me entregou o troféu foi um treinador vascaíno. Além do troféu, havia latas de cerveja de premiação. Me recusei sequer a tirar foto com as cervejas. Não vou fazer propaganda de algo que não gosto. Dei tudo para meu amigo Gilson, que sempre me apoia.

Como não teve nenhum azarado que nunca ganha no sorteio para deixar o número comigo, não ganhei nada. Contudo, sortearam poucas coisas. Teve lençol, balança... É sempre legal ganhar no sorteio. A panela de pressão da edição passada está sendo muito útil. 

Espero muito estar inteira para correr a edição que deve cair em Janeiro. Depois da corrida passei em casa, fui à academia e depois fui encher o pandulho no Buffet Premium da Parmê do Shopping Tijuca. E ainda teve direito a sobremesa, com fatia de torta de mousse de chocolate e sorvete de creme.

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