Pantera Cor de Rosa

Este é o blog de Juliana Carpes Imperial, mais conhecida pelos desconhecidos como a Pantera Cor de Rosa por volta e meia ir correr toda de rosa.

domingo, novembro 08, 2015

Corrida Eu-Atleta

Essa corrida eu já corri várias vezes. Com o nome Eu-Atleta foi a 1º vez. Antes ela era a Corrida Pan-Americana pois foi criada em 2007.

Como não fiz com muita antecedência, tive que morrer em R$ 100,00. Já quem pagou com muita antecedência mesmo pagou apenas a metade do preço. Em 2011 eu paguei bem mais barato por ela mesmo fazendo a inscrição mesmo em cima da hora. Eu não gosto de fazer com muita antecedência pois posso me lesionar e eles não devolvem o dinheiro em hipótese alguma, o que acho errado.

Pra pegar o kit peguei um baita engarrafamento. Gostei de ganhar o café 3 Corações. Só senti falta de ganhar o cappuccino, que é muito mais gostoso. Veio também 1 L de água de coco, um protetor labial e uma garrafa que para mim não serve de nada e que eu sempre passo a diante. A camisa, de material vagabundo, eu dei pra minha mãe.

Sei que o Rio de Janeiro é quente, mas nada justifica colocar o raios da corrida às 7:15. Prefiro pegar calor e acordar mais tarde pra correr. Detesto ter que madrugar! Meu corpo definitivamente prefere dormir mais.

Na véspera dormi bem e acordei às 5:15 da madrugada, com tudo escuro. Dava até para acordar mais tarde porque sobrou tempo. Saí de casa às 5:45 e peguei um 433 para lá. Ao menos no domingo assim cedão não tem engarrafamento na Riachuelo. Descobri que o problema é a fila do estacionamento do Mundial.

Chegando lá tirei umas fotos, dei mais uma alongada e deixei minha sacola no guarda-volumes. Fui me aquecer e estava me sentindo bem. Por ficar um dia descansando, é normal estar com o peso mais alto, mas estava bem.

Por causa da chuva que caiu durante toda a madrugada, o asfalto estava bem molhado, embora quase sem poças, e meio grudento por causa da terra que caiu da grama no chão.  Em compensação, a temperatura estava boa. Pra ficar melhor, tinha que estar um pouco mais frio.

Consegui ficar bem para frente na hora da largada que ocorreu sem problemas e empurra-empurra. Nessa edição a corrida não passou pelo Trevo dos Estudantes. Não sei dizer no ano passado. Só sei que em 2011 a corrida passou por ali. Procurei não forçar muito no início. Passei o 1º Km (pelo meu GPS) em 4:28 e os demais entre 4:40-4:46. Infelizmente não consegui pegar o copo no 2º posto. Se tivesse quente, voltava para pegar. Contudo, como estava fresco, segui em frente. Acabou que fez falta e foi um alívio quando peguei água no 3º posto.

Procurei sempre ir tangenciando e vi que até mesmo no 1º Km havia uns 10 m a mais. Com o passar dos quilômetros, essa diferença aumentou mas não muito. O erro maior foi ao final, no último quilômetro, que tinha mais de 100 m a mais. Acabou que pelo meu GPS deu 10,18 Km (no GPS de outras pessoas não deu menos de 10,15 Km). Sendo rigorosa e arredondando pra baixo, concluí os 10,1 Km em 47:19, sendo a 148º no geral absoluto, 24º no geral feminino e 1º na minha faixa-etária. Foi melhor do que os 47:02 esperados se tivesse rigorosamente 10 Km baseado em meus treinos. Para baixar preciso ter sequência de treinos sem lesões, só e somente isso. Esse foi o meu melhor 10 Km desde 02/06/2013, quando fiz 44 min e 48.37 s no Ibirapuera, no Troféu Brasil Master. Pouco depois disso só me lesionei.

Depois, fui lanchar. Peguei 4 águas de coco de 200 ml e 5 saquinhos no total com torrone, barras de cereal e tubetes recheados de leite da Montevérgine. Foi tanto doce que acabei enjoada. Entretanto, depois da corrida vale tudo.

Entre um lanche e outro fui comprar um top com a Iara e para pagá-lo precisava pegar minha sacola no guarda-volumes. Contudo, o que encontrei foi uma enorme bagunça. Eles até hoje pegam a pequena lateral do número e colocam no volume ao invés de deixar essa lateral para pegar os objetos de volta e colocar as coisas numa sacolona com um número gigante escrito a caneta. Por causa disso, os membros da organização tinham a maior dificuldade de encontrar os volumes de cada um. Ficou todo mundo se espremendo e quase derrubando a grade para conseguir pegar o que guardou. Para piorar, havia pouca gente trabalhando no guarda-volumes. Sinceramente, para que economizar na hora do guarda-volumes? Para deixar os corredores irritados? Com a inscrição sendo cara e com grandes patrocínios, não era para isso ocorrer.

Enquanto comia, conheci um iniciante em corridas chamado Gustavo que logo na primeira corrida foi inscrito nos 10 Km e conseguiu correr sem parar. Falei para ele correr a corrida do Célio de Barros no dia 22, que é boa, barata e curta, ou seja, perfeita para ele. Ele falou que sente dores no peito do pé (possivelmente por causa de tênis incompatível com sua pisada) e eu da minha já famosíssima tendinite, que também causou muita dor nesse local durante algum tempo. Eu lhe dei algumas dicas e espero que continue correndo cada vez mais.

Enquanto conversávamos, encontrei o Rafinha, que não correu e apenas acompanhou uma amiga atleta de elite. Ele também está com uma dor. Ao falarmos de dar sorte para não ter lesão, ele falou de uma atleta que torceu o pé ao descer escadas e acabou com uma fratura, precisando ficar de gesso e perdendo o resto da temporada devido ao acaso. Ao me despedir do Gustavo encontrei o Auderi (que vinha bem e se lesionou) e a Cida, sua esposa, que tirou uma ótima foto minha na corrida. Enquanto falava com eles, encontrei a Graça, secretária do Cel. Rabelo, falando da corrida do Célio de Barros e da do Cristo. Como a do dia 29/11 foi cancelada, se eu achar que não vai ter a do dia 31/12, a Corrida Rio Maravilha, uma novidade, corro o Cristo, se conseguir me inscrever, obviamente.  

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