Pantera Cor de Rosa

Este é o blog de Juliana Carpes Imperial, mais conhecida pelos desconhecidos como a Pantera Cor de Rosa por volta e meia ir correr toda de rosa.

sábado, maio 21, 2016

29º Corrida dos Fuzileiros Navais e 11º Corrida do Corpo de Intendentes


Na noite do dia 29/04 eu havia feito a minha inscrição nesta corrida. Faltando uma semana, fui olhar o regulamento para ver como seria a retirada de kits e vi que precisava do comprovante de inscrição. Ao acessar o site Minhas Inscrições, onde a inscrição foi feita, vi que a minha inscrição estava como cancelada. Procurei o boleto, comprovante, vasculhei minhas contas e não achei nenhum registro de pagamento.

Tentei fazer minha inscrição novamente, porém o prazo já havia se esgotado. Liguei para a Marinha e tentei contato com o site Minhas Inscrições para saber se algo poderia ser feito na segunda-feira dia 9/05. Contudo, disseram que as inscrições já estavam encerradas e que eu não poderia fazê-la no dia da entrega de kit. Infelizmente não tinha mais o contato dos Fuzileiros Navais que treinavam no Célio de Barros. Eu até tentei contatar dois deles pelo Facebook mas não me responderam.

Até que na comunidade do face que faz venda e troca de kit de corridas eu encontrei um rapaz militar que estava vendendo o dele por não poder correr no dia. Eu paguei o preço, peguei via fotos do Zap os documentos necessários e retirei o kit por ele. Como ele corre muito mais do que eu, é homem, e eu ia correr os 10 Km, não estaria prejudicando ninguém. Se acaso fosse uma senhora de idade, bastaria correr sem o chip que não daria problemas.

No dia da retirada dos kits e durante a corrida vi o Monteiro, que era treinador dos Fuzileiros Navais na época em que eles treinavam no Célio de Barros. Entretanto, acho que ele não me reconheceu. Afinal, ele não me vê há uns 10 anos. Se ele tivesse me reconhecido, acho que tentaria dar um jeito de me inscrever na corrida.

No dia preferi não levar nada para deixar no guarda-volumes. Afinal, no meu número estava escrito militar masculino. Levei apenas o bilhete único no bolso, a camiseta que colocaria ao lado do short e uma garrafa de água.

Chegando lá vi muitos militares e nem tanto civis. Fui me aquecer e estava me sentindo bem. Na hora da largada estava confortavelmente mais para frente mas não muito tanto na frente porque só estava correndo depois da volta da lesão há 3 semanas. Ou seja, não tinha muita gente na corrida. Antes da largada teve o hino do Brasil e o da Itália, já que a Corritalia Brasile estava apoiando esta corrida. Tanto que quando vi que dera problema na minha inscrição, procurei a Luz Marina, organizadora da Corritalia Brasile 2014 (em 2015 não teve por falta de patrocínio). Acredito que com isso não venhamos a ter a Corritalia Brasile propriamente dita.

Dada a largada não saí forte. Mantive mais ou menos o ritmo de 4:45 a corrida toda. Quando teve a virada, reparei que era a 1º mulher. Eu avisei que meu número era o de 5 Km na virada e idem quando a moto da organização com o fuzileiro usando o belo uniforme da marinha veio atrás de mim. Na chegada, quando já era a segunda, chegando pouco atrás da primeira, avisei a mesma coisa.

Terminei os 10 Km em exatos 48 min pelo meu relógio. Nos resultados oficiais não colocaram o tempo para o atleta de quem corri com o número em local algum. Acho que ele foi desclassificado por eu ter passado pelo tapete dos 10 Km. Ao menos a diferença, se existisse, seria mínima, já que só ligo o relógio ao passar pelo tapete e desligo ao passar novamente. Olhando a classificação geral, se tivesse valido, eu teria sido a 2º mulher e a 125º no geral absoluto, sem contar com os pelotões militares.

Desta vez o erro na distância foi bem menor, de 70 m, e começou a ocorrer só após os 7 Km. Como eles separam quem corre 5 Km e 10 Km a partir dos 7,5 Km, não dá para quem faz 10 Km tangenciar a rua sempre. Então, deveriam colocar a virada dos 10 Km um pouco antes.

Após a chegada, consegui pegar minha medalha sem problemas, um isotônico e comi 8 bananas e 12 maçãs. Poderia ter comido um pouco mais. Todavia, queria ter bastante barriga para o rodízio às 17 h no Beluga, onde comi apenas 14 fatias salgadas e 6 doces, além de um petit gateau, por conta na demora do serviço.

Algo que me chamou a atenção foi o grande número de militares com tatuagens grandes. Se por um lado não podem usar brinco e o cabelo tem que ser raspado, quanto à tatuagem estão sendo mais liberais.

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